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CASSINI DARÁ ADEUS COM ESTILO.



Após 20 anos estudando Saturno e suas luas, a sonda interplanetária Cassini penetrou nesta quarta-feira no vão existente entre o topo da atmosfera do planeta e seus anéis, marcando o início dos procedimentos que farão a nave se chocar contra a atmosfera do gigante gasoso.


O choque da sonda contra a atmosfera de Saturno está previsto para acontecer no dia 15 de setembro de 2017 e será mostrado ao vivo pelo site: http://www.apolo11.com/, que retransmite as imagens da NASA. Enquanto isso não acontece, Cassini está orbitando no vão entre os anéis e o planeta, a uma distância mais próxima em que uma nave jamais esteve.
Até o Gran Finale, a nave fará diversas orbitas ao redor de Saturno. Em alguns momentos a sonda contornará a borda interna dos anéis, em outros, praticamente raspará a bordas da atmosfera superior. O objetivo dessas aproximações será coletar o máximo possível sobre a composição do material que compõe as os anéis e também o topo da atmosfera do planeta. Além destas análises, a sonda fará mapas detalhados da gravidade de Saturno e de seus campos magnéticos, o que permitirá aos cientistas compreenderem como o planeta é estruturado internamente e talvez entender como o planeta gira tão rápido.
Tempo Real
As imagens finais feitas pela Cassini serão enviadas à Terra várias horas antes do mergulho final, mas os dados científicos dos diversos instrumentos serão enviados tempo real até que o contato seja perdido. Embora seja sempre triste o fim de uma missão, o mergulho derradeiro da Cassini será verdadeiramente espetacular, já que marcará uma das viagens interplanetárias cientificamente mais ricas em nosso sistema solar. Desde que foi lançada, em 1997, até seu Grande Finale, a missão Cassini-Huygens acumulou, provavelmente, a mais notável lista de descobertas já feitas por uma nave espacial.

Fonte: http://www.apolo11.com/
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Hangout NUPESC - LIGO e as ondas gravitacionais






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ONDAS GRAVITACIONAIS E O EXPERIMENTO LIGO.


Na última quinta feira a física passou a ouvir o som da natureza,isso mesmo, antes a física era surda, pois estávamos presos a deduções elaboradas pelo famoso fisico Albert Einstein quando o mesmo propôs a ideia de que a gravidade poderia curvar o espaço tempo, tal afirmação deu um sentido mais moderno, digamos a lei da Gravitação Universal, no entanto, ainda não tinha sido comprovado tal suposição e ou afirmação, pois não se "ouvia" a tal das ondas gravitacionais até o tão esperado dia 11 de fevereiro de 2016 quando pesquisadores do experimento LIGO conseguiram captar e por que não dizer "ouvir" o som do Cosmo comprovando o que Einstein 100 anos atras deduziu.
Para nós físicos esta é uma descoberta que abre horizontes que não podiam ser alcançados, por exemplo, isso nos impulsiona a ver o universo por outros ângulos, temos a capacidade de, atualmente, usar ótimos telescópios para visualizar o espaço usando lentes e ou radiação infravermelha e ou ondas de rádio, com isso nós conseguimos por realmente os nossos olhos no que há de tao maravilhoso no céu, agora podemos deixar os nossos olhos mais poderosos, pois acabamos de comprovar que outras ondas, agora gravitacionais, podem nos auxiliar nesta observação a fim de descobrirmos mais o que está ao nosso alcance.
Vamos entender um pouco como este experimento foi feito e o que ele representará para o futuro!
Entre os mais de mil cientistas que formam o grupo internacional que anunciou a descoberta das ondas nesta quinta, sete são brasileiros, sendo seis do Inpe. O anúncio foi feito em Washington, nos Estados Unidos, acompanhado simultaneamente em 15 países colaboradores.
A possibilidade de observar o céu em ondas gravitacionais agora, e não apenas em ondas eletromagnétcias, como a luz, abre a perspectiva de descoberta de fenômenos antes invisíveis para os astrônomos.
Agora, é possível escutar o som do universo, que parece com um coração de bebê batendo. “São frequências em ondas gravitacionais que, jogadas em um alto-falante, são possíveis de escutar. As ondas gravitacionais permitem que nós possamos ouvir o universo. Vamos conseguir ouvir coisas que a gente não consegue ver”, explicou Odylio Aguiar.
Experimento
O que os pesquisadores do projeto Ligo (Laser Interferometer Gravitational-Wave Observatory) encontraram em seus experimentos essencialmente foram "distorções no espaço e no tempo" causadas por um par de objetos com massas enormes interagindo entre si. Neste caso específico, os cientistas acreditam que o evento observado seja fruto da interação entre dois enormes buracos negros.
O Ligo consiste em dois enormes detectores de cerca de 4 km de extensão nos estados de Washington e Louisiana, nos EUA, operando conjuntamente. 
O Ligo em si começou a funcionar em 2002, depois de outros experimentos iniciais, e sua sensibilidade vem sendo aprimorada desde então. Só com um aprimoramento maior realizado no ano passado, porém, foi possível detectar um primeiro evento. A colisão de buracos negros registrada pelo projeto foi detectada em 14 de setembro.
O custo do projeto Ligo foi estimado em US$ 620 milhões. O projeto foi uma iniciativa conjunta do Caltech (Instituto de Tecnologia da Califórnia) e do MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts). Ao longo dos 40 anos que se passaram entre a construção do primeiro detector e a detecção das primeiras ondas gravitacionais, outros centros de pesquisa se juntaram à iniciativa, como o Inpe e o IFT-Unesp (Instituto de Física Teórica da Universidade Estadual Paulista).

Veja vídeo:

Fonte: G1

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Físicos brasileiros confirmam a existência da simetria fundamental na natureza

Descoberta é importante para entender qual teoria  (Foto: Reprodução/Youtube)
Mais de 1500 físicos de 37 países fazem parte de uma colaboração que construiu e atualmente opera o experimento ALICE (A Large Ion Collider Experiment), montado no Grande Colisor de Handrons (LHC) da Organização Europeia para a Pesquisa Nuclear (CERN).
Cerca de 30 dos cientistas envolvidos no experimento são brasileiros, divididos em vários grupos de estudo em universidades ao redor do país. Entre eles está a equipe liderada pelo Professor Doutor David Chinellato, da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), de São Paulo, que, no mês de agosto, confirmou a existência da simetria fundamental na natureza.
O principal objeto de estudo do experimento ALICE são colisões de altas energias envolvendo íons pesados. Este estudo pode ser feito observando as partículas e antipartículas produzidas nestas interações. “Queremos entender melhor o que se passou, como aconteceu, e qual a composição das partículas produzidas a partir desse processo”, conta Chinellato em entrevista a GALILEU.
Neste trabalho em específico, a equipe do professor doutor da UNICAMP realizou medições das massas e cargas de núcleos. Foram feitas comparações entre dêuterons (núcleos compostos por um próton e um nêutron) e antidêuterons, e hélio-3 (núcleos formados por dois prótons e um nêutron) e anti-hélio-3.
Os cientistas realizaram a medição dessas partículas, que consiste na determinação da curvatura de suas trajetórias dentro de um campo magnético e na medição do tempo necessário para cada partícula atravessar os detectores. A partir dessas informações foi possível calcular as massas das partículas e antipartículas. E, segundo os cientistas, ambas as massas são iguais.
As partículas exibem uma simetria chamada de CPT (carga, paridade e tempo), ou seja, mesmo passando por três transformações (inversão de suas cargas e coordenadas no espaço e reversão do tempo), as interações físicas entre elas não se alteram.
Os físicos também realizaram importantes observações em relação à energia de ligação, que é o que mantém os componentes juntos dentro do núcleo: segundo eles, esse fator é idêntico nas partículas e antipartículas.
Esse tipo de estudo é necessário pois ajuda os cientistas a descobrir quais são as teorias mais prováveis sobre as leis fundamentais do universo. “Comprovar a simetria CPT é um passo em direção a entender quais são as teorias que temos que descartar”, afirma Chinellato.
FONTE: REVISTA GALILEU
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Sou professor da rede privada de ensino lecionando as disciplinas Física, Química, Matemática e Ciências no COLÉGIO EFETIVO/MARTINS - RN. Graduado em Ciências com habilitação em Matemática - Licenciatura Plena - pela Universidade do Estado do Rio Grande do Norte - UERN -, graduado em Física - Licenciatura Plena - pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte - UFRN. Professor de Física aplicada a radiologia, física aplicada ao petróleo e gás e Desenho técnico de cursos técnicos ministrados pela CENPE cursos, unidade Patu RN

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