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AGORA É QUE É DIVISÍVEL! - ORIGEM DOS NEUTRINOS....








Até 1932, os físicos haviam identificado cinco partículas elementares, o Fóton, o Elétron, o Pósitron, o Próton, e o Nêutron, eram chamadas de elementares porque não teriam estrutura interna, seriam indivisíveis de acordo com a antiga idéia de átomo. Dentre estas quatro delas o elétron, o próton, o fóton e o nêutron originavam toda a matéria existente na natureza, enquanto a quinta o pósitron, trazia a possibilidade da existência da antimatéria.

Mas havia muitas outras perguntas sem respostas. Uma delas era a emissão de uns elétrons do núcleo de alguns átomos denominada como decaimento beta. Para explica melhor esse decaimento vamos mostrar o que ocorre com a transmutação do bismuto-210 em polônio-210 que é descrita pela equação :

²¹ºBi à ²¹ºPo + ℮ˉ ( 83 e 84 números atômicos respectivamente )

Mas, estava faltando algo, pois a energia final gerada no processo era muito menor que a inicial contida no núcleo do bismuto. Parte da energia desaparecia completamente sem deixar nenhuma justificativa plausível, desafiando as leis fundamentais da física – O principio da conservação da energia.

Wolfgang Pauli em 1930 propõe uma solução para este problema,que já se tornava uma medida desesperada para salvar as leis da conservação da energia. Pauli sugeriu que nesse decaimento deveriam aparecer partículas cuja energia equilibraria as equações, partículas essas ainda não detectadas por serem eletricamente neutras. Em 1933 à existência teórica dessa partícula passou a ser aceita com a publicação de um convincente trabalho do físico italiano Enrico Fermi ( 1901-1954) – foi o maior físico italiano dos tempos modernos – dizia que tal partícula deveria ser neutra e muito menor que o nêutron. Que a denominou de neutrino, que em italiano significa “ neutrozinho ” , cujo o símbolo é. Dessa forma o decaimento na transmutação do bismuto-210 em polônio-210, passou a ser descrita pela equação:

²¹ºBi à ²¹ºPo + ℮ˉ + υ ( 83 e 84 números atômicos do bismuto e do polônio respectivamente )

Daí em diante começa uma enorme jornada em busca de mais explicações e fontes de emissão dessa partícula, mas tal emissão deveria ser em proporções enormes uma vez que essa partícula é muito pequena, de maneira tal que, para que haja a possibilidade dessa partícula se chocar com outra é preciso que ela atravesse uma parede de chumbo da espessura de 50 anos-luz, algo quase impossível de se imaginar. Hoje são conhecidos seis tipos de neutrinos: o neutrino do elétron, o neutrino do múon, o neutrino do tau, e os correspondentes antineutrinos, esses antineutrinos são partículas com algumas características opostas as dos neutrinos, então, conclui-se que neutrinos são a matéria e antineutrinos a antimatéria.

Artigo enviado por: Sérgio Natan Silva

ASTRONÁUTICA - PARTE 4 - FABULOSO N1



Quando em julho de 1969 Neil Armstrong e Edwin Aldrin cumpriam o desígnio do Presidente Kennedy de chegar à Lua antes do final da década, poucos imaginavam o esforço que tinha sido realizado pelo outro lado da Cortina de Ferro neste mesmo sentido. Vítima de uma luta de egos, de uma falta de financiamento crônica e de uma má gestão de recursos, o programa lunar tripulado da União Soviética foi apagado da história.

Técnicos, cientistas, engenheiros e cosmonautas soviéticos foram proibidos de pronunciar uma sílaba sobre a sua existência, e o governo sempre negou que alguma vez tenha existido um programa destinado a enviar os primeiros cosmonautas para a Lua.

Com o fim do país dos sovietes, a verdade via a luz do dia em mais de vinte anos. Os arquivos secretos ficaram disponíveis e o acesso às instalações ultra-secretas revelou o material, a instrumentação e os veículos que estavam destinados a transportar a foice e o martelo nas mãos dos cosmonautas para a Lua.

Mesmo assim não resta um único exemplar do monstro que deveria lançar para a Lua os cosmonautas soviéticos. O lançador pesado da série N, o Nositol-1 (palavra russa para transportador) serviu como exemplo de como o programa lunar foi escondido da opinião pública soviética, que teve de esperar pela perestroika e pela glasnost para conhecer a verdadeira dimensão de todo o programa.
Antecedentes do N1
ANTES DO DESENVOLVIMENTO DO N1, o principal centro de investigação espacial soviético, Opytno-Konstruktorskoe Biuro (OKB-1) de Sergei Korolev, estudou a hipótese da construção de lançadores e de mísseis balísticos intercontinentais capazes de colocar em órbita terrestre pesadas cargas, utilizando propulsão nuclear.

Os trabalhos no OKB-1 foram iniciados em 30 de junho de 1959, ao mesmo tempo que outros centros, tais como o OKB-456, de Valentin Glushko, e o OKB-670, de Mikhail M. Bondaryuk (1908-1969), realizavam estudos de dois motores a propulsão nuclear.
Os desenhos utilizavam reatores nucleares colocados em compartimentos cilíndricos e operando a temperaturas de 3.273ºC. O propelente era queimado no reator e expulso através de quatro tubos de escape de expansão.

Os engenheiros do OKB-1 realizaram diversos estudos que resultaram em três projetos. A utilização de hidrogênio líquido como combustível não foi considerada apesar de posteriormente se determinar ser ideal em motores nucleares.

Uma mistura de hidrogênio líquido e metano atingia uma melhor performance. Os trabalhos neste tipo de propulsão foram concluídos no início de 1960, quando se tornou óbvio que a propulsão química convencional conseguia atingir performances quase equivalentes, com riscos ambientais, de segurança e de desenvolvimento mínimos.

Como é fácil de imaginar, o teste de um veículo deste tipo resultaria em graves danos ambientais, pois o motor nuclear acompanharia a carga de teste até ao local de impacto. E chegou-se a antecipar que os impactos ocorreriam num gigantesco reservatório artificial.
(c)Encyclopedia Astronautica
Destino... Marte!
AINDA ANTES DO CÉLEBRE DISCURSO DE KENNEDY, Korolev já tinha traçado os seus objetivos para o planeta Marte. Um potente lançador seria capaz de enviar o veículo tripulado TMK para o planeta vermelho.

Um decreto ministerial de 23 de junho de 1960 antevê o desenvolvimento de foguetes com massas no lançamento de 1.000 a 2.000t e capacidade de colocar em órbita entre 60 a 80t.

Um decreto posterior (13 de maio de 1961) especifica o N1 pela primeira vez, indicando 1965 como o ano do seu primeiro lançamento.
Surge o gigante
NO DIA SEGUINTE AO PRIMEIRO ANIVERSÁRIO do vôo de Gagarin surgiu uma ordem governamental para se iniciar o desenvolvimento do lançador. O N1 teria uma massa de 2.200 t no lançamento, podendo colocar em órbita terrestre uma carga de 75 t.

A construção de motores capazes de desenvolver uma força entre as 600 e 900 t chegou a ser estudada pelos engenheiros, mas estes chegaram a conclusão que esses motores iriam requerer o desenvolvimento de novas tecnologias que não se enquadrava com a meta temporal do projeto em curso.

No seu desenho original, o N1 iria utilizar 24 motores NK-15 no primeiro estágio, 8 motores desse mesmo modelo no segundo estágio e 4 motores NK-19 no seu terceiro estágio.

O gigantesco tamanho do N1 implicava que a sua construção teria de ocorrer no Cosmódromo de Baikonur. Ao contrario dos diferentes estágios do Saturno V americano que eram entregues em Cabo Canaveral por meio de barcaças por mar, os estágios do N1 impossibilitavam o seu transporte pelas áridas estepes do Cazaquistão.

Foram considerados locais alternativos a Baikonur, mas este permaneceu como única possibilidade devido à geografia da União Soviética e a necessidade de zonas de impacto desabitadas onde os estágios descartados poderiam cair.

Os estágios poderiam ser construídos em fábricas situadas perto de Moscou ou Dniepropetrovsk e transportados através do sistema ferroviário soviético até Baikonur. Testes dinâmicos de modelos à escala deveriam provar a confiabilidade da junção de um grande número de estágios.

Continua...

OBA!!! FOTOS DE ALUNOS PARTICIPANTES DA XI OBA - MARTINS RN - RELÓGIO ESTELAR





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Sou professor da rede privada de ensino lecionando as disciplinas Física, Química, Matemática e Ciências no COLÉGIO EFETIVO/MARTINS - RN. Graduado em Ciências com habilitação em Matemática - Licenciatura Plena - pela Universidade do Estado do Rio Grande do Norte - UERN -, graduado em Física - Licenciatura Plena - pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte - UFRN. Professor de Física aplicada a radiologia, física aplicada ao petróleo e gás e Desenho técnico de cursos técnicos ministrados pela CENPE cursos, unidade Patu RN

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