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QUÍMICA PERIÓDICA

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Usando fogo para congelar água


Você já imaginou que poderia congelar a água esquentando-a? Você acha impossível?

Alguns cientistas discordam.

Nós aprendemos em qualquer curso de química que a água congela a 0 (zero) graus Célsius. Recentemente alguns cientistas descobriram que a água pode se manter no estado líquido até a -40º Célsius, se mantida em um recipiente liso e sem nenhuma partícula de poeira. Os cientistas chamam este estado da água de “super-resfriada”. Os cientistas afirmam que para que a água se "transforme" em gelo, na natureza, seria necessário algumas partículas, poeira por exemplo.

Uma descoberta mais recente e também muito interessante pode se "transformar" em gelo em altas temperaturas, ou seja, você aquece a água para "transformá - la" em gelo.

Mas como isso acontece?

Usando filmes piroelétricos quase-amorfos, que mudam de carga elétrica com o calor.

Quando esses filmes estão com a carga positiva a água se torna mais fácil de congelar, ao contrario do que acontece de quando os filmes estão com carga negativa. Então para que a água congele seria necessário aquecê-la, o que mudaria a carga elétrica dos filmes piroelétricos, fazendo a mesma congelar.

Pensem só nas utilidades dessas descobertas.

Fonte: MSNBC
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Promoção Rádio Ciências aqui!!!



Estamos fazendo nossa primeira promoção aqui na rádio Ciências aqui!!!
Durante o ano de 2010 teremos aqui na rádio a transmissão ao vivo de palestras com temas diversos relacionado as ciências. As palestras serão transmitidas direto do Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas - CBPF: Auditório ministro João Alberto Lins de Barros - Rua Xavier Sigaud, 150 - Botafogo-Rio de Janeiro-RJ.

Agendem a primeira palestra com o tema: Astrobiologia: Estamos sós? Ministrada por Gustavo F. Porto de Melo(OV-UFRJ). Data: 03 de março de 2010 às 18h30min com transmissão ao vivo pela Rádio Ciências aqui!!!
Não percam a transmissão de outras palestras durante o ano.

Rádio Ciências aqui!!! - Sintonizando o conhecimento.

Einstein e a curvatura no espaço.

Quando se fala em miragem, quase sempre nos vem à mente aquelas paisagens do deserto ou das estradas, onde uma falsa imagem é criada pelo desvio da luz refletida na areia ou asfalto quente. No Universo essas miragens também acontecem, mas são provocadas por motivos bem diferentes.




A imagem acima é um exemplo típico de um desses fenômenos, chamado de Cruz de Einstein. A cena, captada pelo telescópio espacial Hubble mostra uma distante galáxia envolta por quatro pontos centrais que parecem ser o seu núcleo. Parece, mas não é.

O que se vê na imagem é na realidade a luz proveniente de um distante e poderoso objeto, que ao passar pelo intenso campo gravitacional da galáxia é dividida em quatro feixes, em um mecanismo conhecido como "lente gravitacional".

Em 1915, Albert Einstein comprovou que a massa de um grande objeto pode criar uma curvatura no espaço-tempo ao seu redor, capaz até mesmo de curvar a trajetória de um raio de luz que passe pelas imediações. Dessa forma, um grupo de galáxias de grande massa também provoca uma forte curvatura no espaço-tempo, fazendo com que todos os raios luminosos que atravessem a região sejam curvados, formando uma verdadeira lente cósmica.

Ao curvar a luz dos objetos, uma lente gravitacional permite enxergar outros elementos que estejam atrás das galáxias, criando uma ferramenta de grande utilidade no estudo do Universo. No caso da imagem mostrada, o objeto visualizado é um poderoso quasar escondido atrás do centro da galáxia, que não seria visível se não fosse a deformação do espaço-tempo criada pela colossal força da gravidade.


Lentes diferentes
Nem todas as imagens criadas pelas lentes gravitacionais são iguais e dependem da geometria dos elementos envolvidos na criação da lente. Se a lente é esférica, por exemplo, a imagem resultante se parecerá com um anel luminoso, chamado "anel de Einstein". Se for alongada a imagem irá parecer como a "Cruz de Einstein", dividida em quatro. Se a lente é formada por um aglomerado de galáxias teremos a formação de arcos ou "arclets" de luz, grosseiramente descritas como tendo a forma de uma banana.

Atualmente, os cientistas já observaram mais de 500 lentes gravitacionais, mas para que sejam úteis precisam ser cuidadosamente estudadas para se conhecer exatamente como elas curvam os raios luminosos. Este estudo é altamente complexo e até o momento somente dez lentes desse tipo foram completamente compreendidas.


Einstein e o eclipse de Sobral
A primeira vez que a curvatura do espaço-tempo foi observada na prática ocorreu durante o eclipse solar de 1919. Na ocasião, um grupo de astrônomos da Royal Astronomical Society de Londres veio até a cidade de Sobral, no Ceará, com o objetivo de medir o desvio da luz de uma estrela ao passar pela borda do disco solar.

Segundo Einstein, a luz da estrela deveria ser desviada em 1,75 segundos de arco, duas vezes maior que o previsto pela teoria de Newton.

No dia do eclipse, em 29 de maio, os cientistas fizeram sete boas imagens do fenômeno e em novembro do mesmo ano a Royal Astronomical Society anunciou que os resultados obtidos confirmavam o desvio da luz e a teoria de Albert Einstein.
Fonte: Apollo11.com

RÁDIO CIÊNCIAS AQUI!!! - PROGRAMAÇÃO



Estamos felizes, pois, no dia 6 de fevereiro de 2010 nasceu a rádio ciências aqui!!! agora o leitor do blog irá se deliciar com as músicas tocadas no blog de uma rádio que é de propriedade do blog. A rádio é sua. Sinta-se em casa para mandar o seu recadinho na programação da rádio que será publicada aqui neste artigo especial. Infelizmente ainda não temos condições de deixar a rádio 24hs no ar, no entanto, é só seguir a programação aqui e curtir o melhor da música.
Sem mais, segue a programação:

Rádio Ciências Aqui!!! - Sintonizando o conhecimento.


Segunda Feira:

Programa - Adrenalina: Horário - 18hs às 21hs.

Terça Feira:

Programa - Lista 10: Horário - 18h às 18h45min.

Quarta Feira:

Programa- Adrenalina: Horário - 18h às 19hs.

Sexta Feira:

Programa- Conexão direta: Horário - 18hs às 21hs.

Sábado:

Programa- Lista 10: Horário - 14h às 14h45min.

Domingo:

Programas- Adrenalina: Horário - 14h às 16hs. Conexão direta- Horário: 20hs às 22hs.


Editor e criador do blog:

Rennan Lopes











Existe líquido que não molha?







Existe, sim! Mas isso depende da composição química não só do líquido como também da superfície onde ele é depositado. O mercúrio que corre dentro dos termômetros, por exemplo, não molha o vidro, nem qualquer tipo de papel, mas, se for jogado sobre uma superfície de ouro, a bolinha de mercúrio se desfaz, espalhando-se. O que determina se um líquido molha ou não é uma disputa entre as forças de coesão – que mantêm moléculas e átomos de um mesmo material unidas – e as forças de adesão – determinadas pela atração que as partículas de um material exercem sobre partículas de outros materiais. Ou seja, um líquido molha quando as partículas da superfície geram uma atração maior do que a atração das partículas entre si. E, claro, se a superfície tiver poros, o líquido parece molhar mais, porque suas partículas se depositam nesses orifícios.
Ligação entre os átomos de mercúrio é seis vezes mais forte do que a das moléculas da água.

As moléculas de água são polares – têm pólos negativo e positivo – e se aglomeram porque o hidrogênio, que tem carga elétrica positiva, é atraído pelo pólo negativo do oxigênio. Ou seja, o H de uma molécula se liga ao O de outra.

Quando encontram o vidro, as moléculas de H2O em contato com a superfície se desfazem, estabelecendo ligações O-H com as moléculas do vidro (SiOH). Por isso, as moléculas de água se espalham e “molham” a superfície.

O mercúrio é formado por átomos com 80 elétrons e se apresenta na forma líquida – uma exceção entre os metais – porque os elétrons das camadas mais distantes do núcleo não estabelecem uma interação forte o suficiente com os vizinhos para torná-lo sólido.Em contato com uma superfície de vidro, os átomos de mercúrio não sentem atração físico-química pelas moléculas de SiOH, preferindo se ligar entre si. Ou seja, a força de coesão é maior do que a de atração. Mas, se a superfície fosse metálica, isso seria diferente...
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Quem sou eu

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Sou professor da rede privada de ensino lecionando as disciplinas Física, Química, Matemática e Ciências no COLÉGIO EFETIVO/MARTINS - RN. Graduado em Ciências com habilitação em Matemática - Licenciatura Plena - pela Universidade do Estado do Rio Grande do Norte - UERN -, graduado em Física - Licenciatura Plena - pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte - UFRN. Professor de Física aplicada a radiologia, física aplicada ao petróleo e gás e Desenho técnico de cursos técnicos ministrados pela CENPE cursos, unidade Patu RN

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