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Viajante do tempo? Será?






Bizarro! 28 de janeiro de 2005: agentes do FBI (A Polícia Federal Americana) conduzem um preso e devidamente algemado pelas ruas de Nova Iorque um misterioso cidadão, sob a acusação de obter vantagens indevidas no mercado de ações de Wall Street mediante a fraudulenta utilização de informações privilegiadas.

O sujeito, quando interrogado, disse se chamar Andrew Carlssin, 44 anos de idade e que.... O sucesso das suas operações na Bolsa devia-se ao fato de ele SER UM VIAJANTE DO TEMPO, ADVINDO DO ANO 2256 e que, justamente por esse motivo, sabia com precisão e bastante antecedência o que estava fazendo! Com um investimento inicial de apenas 800 dólares, em duas semanas ele obteve um portfólio avaliado em 350 MILHÕES DE DÓLARES! Todas as transações que realizou deram lucros, mesmo em áreas temerárias e inesperadas dos negócios, o que - concordam os membros da Comissão de Segurança do Governo que assumiram as investigações - "não poderia se tratar simplesmente de sorte, uma vez que ele somente poderia ter conseguido isso através de informações internas ilegais".



O tal "viajante do tempo" acha-se, ao que se saiba, atualmente sob custódia, preso em uma cela da Ilha Riker até que "finalmente concorde em divulgar as suas fontes". Porém, Andrew Carlssin jura que é mesmo um viajante no tempo e que necessita urgentemente ser libertado para retornar ao futuro na sua "nave temporal", da qual ele se recusa a revelar a localização com medo que venha a "cair em mãos erradas". O mais espantoso de tudo é que os agentes federais ainda não encontraram nenhum registro existente sobre qualquer Andrew Carlssin antes de dezembro de 2002.



Portanto ele oficialmente NÃO EXISTE NO NOSSO TEMPO! E durante as quatro horas de severo interrogatório, Carlssin disse que viera de uma época 200 anos à nossa frente e que o seu conhecimento da era atual lhe permitira acumular a fortuna que obteve. - "Era tentador demais para resistir", acrescentou no depoimento que foi gravado em videotape. E para provar que estava falando a verdade, Carlssin se ofereceu para falar sobre "fatos históricos" como a futura cura da AIDS e o real esconderijo de Osama Bin Laden. - "Pode se tratar de um lunático", pensam algumas autoridades.

"Deve ser um brincalhão", afirmam outros. Contudo, depois disso abafaram o assunto e nunca mais se ouviu falar dele. Realmente curioso. Mas.... E SE ELE NÃO FOR UM LUNÁTICO, E SE ISSO NÃO FOR MESMO UMA BRINCADEIRA?
Fonte: Muitos posts, domínios fantásticos

Entenda a Jabulani.


Bola oficial da Copa 2010, na África do Sul, a Jabulani recebeu críticas de jogadores - principalmente goleiros. Produzida pela Adidas, a Jabulani é mais veloz e atinge maior altura que outras bolas, como a Teamgeist, usada na Copa de 2006. Além disso, ela cai de forma mais abrupta e sofre desvios maiores.

O comportamento da Jabulani faz pensar que a bola seja mais leve ou menor que as outras, mas ela tem diâmetro e massa que obedecem aos regulamentos da Fifa - é uma bola 100% oficial. Onde está então o segredo da Jabulani? Na aerodinâmica - e numa característica aerodinâmica que parece contraditória.

A bola da Copa de 2006 tinha a superfície lisa, como a da maioria das bolas de futebol. A Jabulani é toda coberta de ranhuras - um pouco parecidas com os sulcos das impressões digitais. E apesar de normalmente se pensar que objetos lisos são mais aerodinâmicos, as superfícies com irregularidades podem ser melhores para diminuir o arrasto. É por isso que a pele dos tubarões, nadadores velozes, parece uma lixa. E as bolas de golfe se valem de sua superfície cheia de cavidades para voar mais longe.

Irregularidades aumentam o arrasto quando um objeto está em baixa velocidade, mas em alta velocidade provocam a diminuição do arrasto, se tiverem a disposição e as dimensões corretas. Isso acontece porque existem dois tipos de fluxo de ar (ou outro fluido, como a água) em torno de um objeto. Um deles é chamado de laminar, e o outro, de turbulento.

O fluxo laminar provoca menor resistência, o que leva à separação da camada de ar em volta do objeto (camada limite, formada por moléculas de ar aderidas à superfície). Quando ocorre a separação (com o aumento da velocidade), cria-se uma zona de baixa pressão atrás da bola, o que aumenta o arrasto.

Na Jabulani, as ranhuras superficiais ajudam a criar um fluxo turbulento, evitando a separação - e diminuindo a resistência nas velocidades mais altas.

Ela não é a primeira a aproveitar a vantagem aerodinâmica das superfícies rugosas. Outros fabricantes criaram bolas com cavidades semelhantes às das bolas de golfe.

Font : A aerodinâmica da bola de futebol, de C.E. Aguiar e G. Rubini (artigo publicado na Revista Brasileira de Física)

VUVUZELA - Ela é a comandante da copa do mundo 2010.




A trilha sonora da Copa do Mundo de Futebol 2010 na África do Sul já está irremediavelmente definida: Vuvuzelas em coro! Nenhum outro som será mais marcante do que esta sinfonia de zumbidos nos estádios!

A gente assiste a uma partida na TV e, mesmo depois que o jogo termina, aquele maldito "som de abelhas" ainda fica ecoando nas nossas cabeças! Dizem que tem gente assistindo às partidas no estádio com tampão de ouvido porque o som ao vivo é insuportável.

A Vuvuzela é uma espécie de corneta tradicional na África e que em sua versão atual, modernizada, é feita de plástico. Não tem nada de sofisticado. Trata-se de um tubo vazado que deve ser excitado por um sopro forte e contínuo numa de suas extremidades.

Os tubos que podem vibrar e emitor sons são chamados em Física de tubo sonoros e são classificados em abertos ou fechados. O aberto é vazado, ou seja, tem as suas duas extremidades abertas. O fechado tem uma extremidade aberta e a outra fechada. É o que nos mostra a figura abaixo.

Os tubos sonoros não podem produzir qualquer som. As condições de contorno do sistema (extremidade aberta ou fechada) forçam o aparecimento de apenas alguns sons "permitidos" chamados de harmônicos e que correspondem a modos de vibração bem específicos. Isso ocorre porque na prática, quando um som viaja dentro do tubo, pode sofrer reflexões e refrações. Assim, temos sons indo e vindo dentro do tubo, viajando na mesma direção mas em sentidos opostos. Quando estes sons se encontram, ocorrem superposições e formam-se estacionárias que são figuras que mapeiam a interferência sonora ao longo do tubo. Em certos casos, a superposição acontece com sons em fase e há uma intereferência do tipo construtiva pois os dois sons se somam, "construindo" um som mais forte (ponto de reforço). Noutros casos ocorre o oposto, com intereferência destrutiva, pois os dois sons se cancelam ou "destroem-se" (ponto de atenuação). Onde a interferência é construtiva dizemos que forma-se um ventre e onde a intereferência é destrutiva um nó.

Nas extremidades abertas dos tubos sempre temos ventres (IC = interferência construtiva) enquanto que nas extremidades fechadas temos nós (ID = interferência destrutiva). Confira na figura abaixo os perfils das onda sestacionárias mais simples formadas nos tubos abertos e fechados:

Os harmônicos (ou modos de vibração) que vão se formar numa Vuvuzela (tubo aberto) serão:

Note que L é o comprimento do tubo enquanto que λ é o comprimento de onda da onda sonora que se propaga dentro deste tubo. Note ainda que, pelas condições de contorno (ambas as extremidades abertas), os sons "permitidos" (ou harmônicos) na Vuvuzela devem ter ao longo da extensão L um número inteiro (1, 2, 3, 4, 5, ...) de semiondas, ou seja, 1λ/2, 2λ/2, 3λ/2, 4λ/2, 5λ/2, e assim por diante. Logo, a Série Harmônica (ou sequência de sons "permitidos") dentro da Vuvuzela será:

  • n = 1 - Primeiro harmônico:
  • n = 2 - Segundo harmônico
  • n = 3 - Terceiro harmônico
  • ... e assim por diante.


Podemos generalizar a formação dos harmônicos através da série matemática abaixo onde n = 1, 2, 3, 4, 5,.., N é o que chamaremos de número de ordem do harmônico:

Note que podemos generalizar ainda mais a Série Harmônica escrevendo que para o harmônico de ordem N vale λN = λ1/N enquanto que fN = N.f1. Desta forma, se conhecermos os valores de comprimento de onda e frequência do primeiro harmônico podemos facilmente encontrar os valores de comprimento de onda e frequência de todos os outros harmônicos, como nos mostra a tabela abaixo:

Harmônicoλf
1λ1/11f1
2λ1/22f1
3λ1/33f1
4λ1/44f1
5λ1/551
6λ1/66f1
7λ1/77f1
8λ1/88f1
9λ1/99f1
10λ1/1010f1
.........

Uma Vuvuzela típica tem comprimento aproximado L = 68 cm = 0,68 m. Dentro dela o som se propaga com velocidade próxima a V = 340 m/s. Podemos estimar o valor da frequência f1 para n = 1, o primeiro harmônico que se forma na coluna de ar no interior da Vuvuzela:

f1 = V/2L = 340 / 2 x 0,68 = 340 / 1,36 = 250Hz

O primeiro harmônico (ou fundamental) é grave, compatível com a sonoridade de "zumbido" da Vuvuzela. Mas ela não emite só este harmônico. O seu timbre característico corresponde à superposição de outros harmômicos. E agora, de posse do valor da frequência f1 podemos encontrar todos os outros valores de frequência (f2, f3, f4, ...) dos próximos harmônicos. Isso já está feito na tabela abaixo usando a ideia fN = N.f1 desenvolvida acima.

Harmônicof (Hz)
1250
2500
3750
41000
51250
61500
71750
82000
92250
102500
......

Observação: A cada vez que a frequência sonora dobra dizemos que subimos uma oitava. Assim, o harmônico n = 2 é a oitava do harmônico n = 1 (pois f2 = 2f1 ) assim como o harmônico n = 4 é a oitava do harmônico n = 2 (pois f4 = 2f2) e assim por diante. Assim, a Série Harmônica vai reproduzindo a cada harmônico novas notas musicais, cada vez mais agudas, ou seja, com frequências mais altas. Mas nem todos os harmônicos (ou notas) têm a mesma intensidade (ou volume). Desta mistura de diferentes notas (harmônicos) em diferentes intensidades (volumes) é que temos o timbre, o perfil de onda inconfundível da Vuvuzela.

:: Som Literalmente Ensurdecedor

A tabela acima contém dados reais de um experimento realizado pelo SAMJ - South African Medical Journal que mediu níveis de intensidade sonora média (N) de diversos harmônicos de uma Vuvuzela típica em quatro pontos diferentes: na orelha do tocador da Vuvuzela, na saída da corneta, a 1m e também a 2m desta saída.

Para você ter uma ideia quantitativa, o limiar da audição humana corresponde ao nível de 0 dB (zero decibéis). Uma conversa normal chega a 60 dB. Um aspirador de pós a 70 dB. A buzina de um automóvel bem com uma sirene pode chegar a 110 dB, mais ou menos o mesmo nível sonoro de um show de rock. Com 120 dB vibrações intensas no tímpano já podem produzir dor e desconforto. É o que chamamos de limiar da dor. Uma turbina de avião ultrapassa esse limite pode gerar ruídos de mais de 120 dB nas suas proximidades. Note que, para alguns harmônicos, em certas frequências, uma Vuvuzela não fica muito atrás de uma turbina de avião quando se trata de nível de intensidade sonora! Não é pouco!

Um som contínuo acima de 85 db já pode provocar danos auditívos. Por isso, pessoas que trabalham expostas a ruídos intensos e por muito tempo devem usar protetores (ou abafadores) auriculares. E, com eu disse acima, muita gente tem feito uso de abafadores sonoros nos ouvidos para poderem assistir aos jogos da Copa do Mundo 2010 nos estádios com um mínimo de conforto.

Não foi por acaso que o SAMJ publicou artigo com as medições de níveis de intensidade sonora dos harmônicos da Vuvuzela. A ideia era alertar a todos de que as Vuvuzelas podem , de fato, fazer mal para a boa audição!

:: Observação Importante sobre Intensidade Sonora

A escala de nível de intensidade sonora N não é linear, é logaritmica, como a escala Richter usada para medir abalos sísmicos (veja aqui e também aqui).

No caso da intensidade sonora, seu valor em dB (decibéis) é sempre encontrado fazendo-se o seguinte cálculo:

onde I é a intensidade sonora do som aferido e I0 = 10-12 W/m² a menor intensidade do som que uma pessoa com audição saudável pode ouvir.

Fonte: Física na veia

Bola da Copa fica 'imprevisível' a partir dos 73 km por hora, diz Nasa


As diferenças de desempenho da bola oficial da Copa do Mundo viraram objeto de estudo da Nasa, a agência espacial americana. A Jabulani (“celebração”, em zulu) foi comparada à bola usada na Copa de 2006 na Alemanha, a Teamgeist (“espírito de equipe”).

A Teamgeist, no lugar dos hexágonos costurados, tinha 8 painéis fundidos por um processo térmico. A Jabulani tem 14 painéis – e ganhou sulcos aerodinâmicos.

Segundo a Nasa, quando a Jabulani se desloca em velocidade elevada, o ar próximo à superfície vira um fluxo assimétrico. Forças laterais podem resultar em “desvios e mergulhos voláteis”. A bola tende a assumir o comportamento imprevisível quando passa da barreira dos 73 a 80 km/h, detalhou o engenheiro aeroespacial Rabi Mehta, do Centro de Pesquisa Ames da Nasa, na Califórnia.

Para tornar as coisas ainda mais emocionantes para os goleiros, vários dos estádios em que ocorrem os jogos na Copa da África do Sul estão em altitude elevada, logo a densidade do ar é menor. A bola tende a se deslocar, portanto, mais rapidamente.

Fonte: G1

Astrofísica do sistema solar - Parte 3
















PROJETO APOLLO - RUMO À LUA.

O Projeto Apollo (Projecto Apollo - Project Apollo - Projecto Apolo) foi um conjunto de missões espaciais coordenadas pela Nasa (agência espacial dos EUA) entre 1961 e 1972 com o objetivo de colocar o homem na Lua. O projeto culminou com o pouso da Apollo 11 no solo lunar em 20 de julho de 1969.

A missão incluiu onze voos tripulados (até a Apollo 7, todas as missões foram não tripuladas). Inclui-se aí o que ficou conhecido como "Apollo 1", em homenagem aos astronautas Virgil "Gus" Ivan Grissom, Edward Higgins White II e Roger Bruce Chaffee, que morreram no solo em um incêndio, dentro da cabine de comando.

O objetivo de explorar a Lua foi abandonado em dezembro de 1972, com o voo da Apollo 17. Os motivos para esta decisão foram tanto a falta de verbas, cortadas pelo congresso americano, quanto o desinteresse da opinião pública estadunidense com o projeto. Ainda que tenha havido três missões tripuladas Skylab que usaram a nave Apollo e uma missão Apollo 18 (Apollo-Soyuz), estas não tinham como objetivo chegar à Lua.

A nave Apollo foi abandonada em 1975 em detrimento do uso de um veículo reutilizável (o Ônibus Espacial; em Portugal: Vaivém Espacial), que voaria pela primeira vez em 1981.

Em 2005 a NASA anunciou a retomada das viagens à Lua utilizando naves semelhantes às naves Apollo em substituição aos ônibus espaciais.


O sonho de atingir a Lua representava uma ambição humana antiga, ficcionalizada por muitos autores (cf. "De la Terre à la Lune", de 1865, Júlio Verne, onde um canhão gigante é usado como mecanismo de propulsão), mas tornada possível no século XX, em resultado do avanço tecnológico e científico quer no domínio da aeronáutica, como no da computação automática.

Muita da tecnologia necessária para o projecto foi desenvolvida como resultado do esforço de guerra durante a Segunda Guerra Mundial (por exemplo, computadores digitais para cálculos de balística, ente outros), e pelo desenvolvimento de mísseis intercontinentais-- em parte herdeiros da tecnologia das primitivas V-2 nazis)-- no âmbito da Guerra Fria entre EUA e URSS.
Os projetos Mercury, Gemini e Apollo foram uma resposta dos EUA à URSS, por esta ter posto o satélite Sputnik em órbita e, logo em seguida, ter posto em órbita o primeiro humano, Yuri Gagarin. Em um famoso discurso de 25 de maio de 1961, John F. Kennedy lançou o desafio de, antes de a década terminar, "enviar homens à Lua e retorná-los a salvo".
Em um famoso discurso na Universidade Rice suas palavras foram: We choose to go to the moon. We choose to go to the moon in this decade and do the other things, not because they are easy, but because they are hard ("Nós decidimos ir a Lua. Nós decidimos ir a Lua nesta década e fazer as outras coisas, não porque elas são fáceis, mas porque elas são difíceis").


Em julho de 1960, a Nasa anunciou que colocaria astronautas na órbita da Lua, já após o Projeto Mercury. No entanto, o discurso de Kennedy mudou o foco do programa espacial dos EUA para alcançar o objetivo de pousar uma nave tripulada na superfície da Lua antes que a década terminasse.

Ao contrário dos dois projetos anteriores concebidos para manobras na órbita terrestre (o Mercury, com uma nave concebida para um astronauta, e o Gemini, concebido para dois astronautas), o Apollo possuía uma nave com capacidade para três astronautas, tornando possível atingir órbita lunar, e fazer descer um Módulo (designado Módulo Lunar) na superfície da Lua e assegurar o regresso à Terra.


Os objetivos do projeto Apollo eram:

* Estabelecer a tecnologia para viabilizar os interesses dos EUA no espaço;
* Obter proeminência no espaço para os Estados Unidos;
* Desenvolver um programa de exploração científica da Lua;
* Desenvolver as capacidades do homem para trabalhar no ambiente lunar


Comparação das naves Apollo, Mercury e Gemini

Havia, na época da definição do projeto, três possibilidades de vôo para a Lua: uma baseada na idéia de um único e imenso foguete que iria decolar da Terra, pousar na Lua e retornar; outra baseada na idéia de rendez-vous (encontro em órbita) na órbita da Terra, em que o foguete encontraria um outro estágio em órbita da Terra; e, finalmente, o rendez-vous lunar, que significa que um pequeno módulo desceria ao solo da Lua e depois encontraria em órbita a nave de retorno. Esta última opção foi a escolhida pelos engenheiros da Nasa para o projeto Apollo.

Em cada missão Apollo, foram enviados três astronautas; dois desciam na Lua usando o Módulo Lunar (comandante e piloto do Módulo Lunar) e um permanecia em órbita no Módulo de Comando (piloto do Módulo de Comando).
Descrição da Missão Apollo

Algumas missões não pousaram na Lua. Este foi o caso, por exemplo, da Apollo 8, a primeira missão tripulada à Lua, que na noite de Natal de 1968 circundou-a, enviando fotos inéditas do solo lunar.



No total, foram feitas onze missões tripuladas no projeto Apollo, e seis delas pousaram na Lua, no total de doze astronautas que caminharam no solo lunar e lá fizeram experimentos científicos.

A única missão que tinha por objetivo pousar e não o fez foi a Apollo 13, devido a um acidente grave, provavelmente provocado por um curto-circuito seguido de uma explosão e um vazamento nos tanques de oxigênio, o que levou a um retorno tenso e espetacular à Terra, mas exitoso, com um mínimo de oxigênio remanescente.
Foguete lançador e nave espacial




O programa Apollo usou quatro tipos de foguetes lançadores:

* Little Joe II - vôos sub-orbitais não tripulados (testes de aborto);
* Saturno I - vôos sub-orbitais e orbitais não tripulados (desenvolvimento do equipamento);
* Saturno IB - vôos orbitais não tripulados e tripulados em órbita da Terra, em desenvolvimento e missões operacionais;
* Saturno V - vôos não tripulados e tripulados em órbita terrestre e em missões para a Lua.

Todas as missões tripuladas Apollo, exceções apenas as Apollo 7, Skylab e Apollo 18, que fizeram uso do Saturno IB, foram lançadas ao espaço com o uso dos gigantescos foguetes Saturno V, de três estágios, 110m de altura, e 2,7 milhões de kg, propelido pelos cinco poderosos motores F-1 do primeiro estágio, mais os motores J-2 dos estágios seguintes.
Módulo de Comando e Serviço da Nave Apollo

Os três estágios do foguete, chamados S-IC (primeiro estágio), S-II (segundo estágio) e S-IVB (terceiro estágio), usavam oxigênio líquido (lox) como oxidante. O primeiro estágio usava RP-1 como combustível, enquanto os segundo e terceiro estágios usavam hidrogênio líquido.

A nave era composta de três partes (além do foguete): Módulo de Comando; Módulo de Serviço; e Módulo Lunar.

O conjunto composto pelo Módulo de Comando e o Módulo de Serviço formava o Módulo de Comando e Serviço.
Módulo Lunar da Nave Apollo:



O Módulo de Comando é a cápsula, em formato cônico, que os astronautas ocupavam durante a maior parte da viagem, e era a única parte que reentrava na atmosfera terrestre, caindo de pára-quedas. O Módulo de Serviço continha os equipamentos de manutenção de vida (como os cilindros de oxigênio) e motores. O Módulo Lunar, como o nome indica, servia para a descida no solo lunar e para o regresso à órbita da Lua, para o encontro com os outros dois módulos que lá permaneciam em órbita.



As últimas missões Apollo na Lua contaram com um veículo (chamado rover lunar) para transporte dos astronautas na superfície da Lua, o que permitiu trabalhos de exploração científica em uma área maior.
Resultados do projeto

Neil A. Armstrong, o primeiro homem a pisar na Lua, imortalizou o momento, resumindo muito do que foi o projeto Apollo, na famosa frase: "um pequeno passo para um homem, um salto gigantesco para a humanidade".



Não há dúvida que a política internacional e a guerra fria tiveram uma grande importância na corrida pela conquista da Lua, e que os esforços de ambos os lados, EUA e URSS, tinham principalmente o objetivo de derrotar o lado adversário, "provando" a superioridade de um dos sistemas, capitalista ou comunista. No entanto, ao final, os resultados do projeto foram positivos para a exploração espacial, principalmente ao desvendar muito da origem de nosso sistema solar.


As 2 200 pedras trazidas pelas seis missões Apollo que pousaram na superfície da Lua (representando cerca de 400 kg de rochas) permitiram descobrir 75 novas variedades de minerais (a maioria de silicatos).

Desde a missão Apollo 17, em dezembro de 1972, nenhum homem pisou no solo lunar, e muitas das descobertas científicas que poderiam ter sido feitas ficaram adiadas para quando houvesse novamente interesse em desvendá-las.

É importante lembrar que ainda houve quatro vôos que usaram a nave Apollo: Skylab II, III e IV (três missões cujo objetivo era trabalhar na estação espacial estadunidense Skylab) e Apollo 18 (que acoplou com a nave soviética Soyuz 19 e, por isto ficou conhecida como missão Apollo-Soyuz).
Missões do Saturno I (não tripuladas)

* SA-1 - teste do foguete Saturno I
* SA-2 - teste do foguete Saturno I com carga de 109 m³ de água, para investigar efeitos da transmissão de rádio e mudanças nas condições climáticas
* SA-3 - idem SA-2
* SA-4 - teste dos efeitos de desligamento prematuro dos motores
* SA-5 - primeiro vôo do segundo estágio
* A-101 - teste da integridade estrutural dos Módulos de Comando e Serviço
* A-102 - último teste de vôo, levando um computador programável
* A-103 - levando o satélite Pegasus A
* A-104 - levando o satélite Pegasus B
* A-105 - levando o satélite Pegasus C

A-106 feeder
Missões de teste de aborto (não tripuladas)

* Teste 1 - teste de aborto na plataforma de lançamento
* Teste 2 - teste de aborto

Missões Little Joe II (não tripuladas)

* QTV - teste de qualificação do Little Joe II
* A-001 - teste de aborto transônico
* A-002 - máxima altitude, teste de aborto Max-Q
* A-003 - teste de aborto
* A-004 - teste com peso máximo

Vôos não tripulados Apollo-Saturno IB e Saturno V

* AS-201 - primeiro teste de vôo do foguete Saturno IB
* AS-203 - investigou falta de gravidade nos tanques de combustível da S-IVB
* AS-202 - teste de vôo sub-orbital dos Módulos de Comando e Serviço
* AS-204 ou Apollo 1 - incêndio dentro da cápsula no solo, em 27 de janeiro de 1967, provocando a morte dos astronautas Virgil "Gus" Ivan Grissom, Edward Higgins White II e Roger Bruce Chaffee
* Apollo 4 - primeiro teste do lançador Saturno V
* Apollo 5 - teste do foguete Saturno IB e Módulo Lunar
* Apollo 6 - teste do foguete Saturno V

Vôos tripulados do projeto Apollo (Saturno IB e Saturno V)

Consulte também: Lista de astronautas da Apollo

Módulo de Comando e Serviço da Apollo em órbita da Lua

* Apollo 7 (Walter Schirra, Donn Eisele e Walter Cunningham) - decolagem em 11 de outubro de 1968 - primeira missão Apollo tripulada, usou o foguete Saturno IB
* Apollo 8 (Frank Borman, James Lovell e William Anders) - dezembro de 1968 - orbitou a Lua na noite de Natal
* Apollo 9 (James McDivitt, David Scott e Russell Schweikart) - março de 1969 - testes do Módulo Lunar em órbita da Terra
* Apollo 10 (Tom Stafford, John Young e Eugene Cernan) - maio de 1969 - testes do Módulo Lunar em órbita da Lua
* Apollo 11 (Neil A. Armstrong, Michael Collins e Edwin E. "Buzz" Aldrin) - decolagem em 16 de julho de 1969, pouso na Lua em 20 de julho de 1969, retorno a Terra em 24 de julho de 1969 - primeiros homens a caminhar na Lua

Rover lunar

* Apollo 12 (Charles Conrad, Richard Gordon e Alan Bean) - novembro de 1969 - recolheu partes da sonda "Surveyor 3"
* Apollo 13 (James Lovell, Fred Haise e John Sweigert) - abril de 1970 - um acidente impediu o pouso na Lua
* Apollo 14 (Alan Shepard, Stuart Roosa e Edgar Mitchell) - fevereiro de 1971 - experimentos científicos



* Apollo 15 (David Scott, James Irwin e Alfred Worden) - julho de 1971 - uso do rover lunar
* Apollo 16 (John Young, Thomas Mattingly e Charles Duke, Jr.) - abril de 1972 - ficou 3 dias na superfície da Lua

* Apollo 17 (Eugene Cernan, Ronald Evans e Harrison Schmitt) - dezembro de 1972 - último vôo do projeto Apollo para a Lua

* Skylab II, III e IV - três missões que usaram a nave Apollo para trabalhar com a estação espacial Skylab (todas as três usaram o foguete Saturno IB)
* Apollo-Soyuz ou Apollo 18 (Tom Stafford, Vance Brand e Donald Slayton) - julho de 1975 - acoplou em órbita da Terra com a Soyuz 19 da URSS (foi usado o foguete Saturni IB)

Missões canceladas:

O programa original pré-lunar era bastante conservador no que toca às exigências impostas pelo planeamento, mas com a confirmação do sucesso dos testes do Saturno V procedeu-se ao cancelamento e adaptação de algumas missões, nomeadamente a da Apollo 8, que seria apenas uma missão de órbita terrestre, convertida em missão para a Lua alegadamente por George Low. Embora se defenda frequentemente que esta transição tenha ocorrido em resposta às tentativas de pilotar uma nave Zond em torno da Lua, não existem provas que fosse assim. Os oficiais da NASA estavam cientes do projeto e a agenda das missões Zond não coincide com o extenso relatório da NASA acerca da decisão sobre a Apolo 8. É, porém, practicamente consensual que estas alterações foram baseadas na agenda do Módulo Lunar, em oposição ao medo dos estadunidenses de perder a corrida à Lua.

Finalmente, devido ao desinteresse nas missões lunares e falta de verbas, foram canceladas as planejadas missões Apollo 18, Apollo 19 e Apollo 20.
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Vídeo amador registra outro impacto contra o planeta Júpiter


Um objeto de grandes dimensões atingiu na noite de quinta-feira a face visível do planeta Júpiter, produzindo um forte clarão que pode ser registrado por astrônomos amadores que observavam o planeta. Ainda não existem informações sobre a natureza do objeto impactante, mas acredita-se que seu tamanho possa ser superior a 1 quilômetro de diâmetro.
O impacto contra a atmosfera joviana se deu às 23h31 pelo horário de Brasília e produziu um intenso flash de curta duração com aproximadamente 1000 quilômetros de diâmetro. Segundo o astrônomo amador Anthony Wesley, da Austrália, devido ao horário desfavorável ainda não foi possível verificar traços remanescentes deixado pelo impacto.

Nas Filipinas, o astrônomo amador Christopher Go não escondeu a emoção ao conseguir registrar o choque através de imagens. "Ainda não acredito que consegui registrar, em tempo real, um impacto. É inacreditável!"

Escudo
Devido à forte atração gravitacional, Júpiter é alvo constante do choque de asteroides e cometas e é considerado um verdadeiro escudo protetor da Terra, já que atrai para si objetos errantes que poderiam impactar nosso planeta. No entanto, objetos de grande porte não são comuns de atingirem Júpiter, ou não são registrados com frequência.

Impactos
Em 19 de julho de 2009, um cometa não identificado impactou contra a alta atmosfera de Júpiter, produzindo no gigante gasoso uma enorme cicatriz de mais de 4 mil quilômetros de diâmetro. Na ocasião, as primeiras observações do choque também foram feitas por Wesley.

O mais famoso choque jupteriano ocorreu no dia 20 de julho de 1994, quando uma série de 21 fragmentos do cometa Shoemaker-Levy 9 atingiram em cheio a atmosfera de Júpiter. A força de alguns impactos também foi avassaladora, deixando gigantescas marcas que duraram vários meses.
Fonte: Apollo 11
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Astrofísica do sistema solar - Parte 2

Algumas sondas espaciais que pesquisaram
o Sistema Solar com sucesso


data de lançamentosonda espacialpaísfeito científico
31 de janeiro de 1958Explorer 1
Estados Unidosdescobriu a existência de cinturões de radiação envolvendo a Terra, hoje chamados de Cinturões Van Allen.
13 de setembro de 1959Luna 2
União Soviéticafoi o primeiro objeto feito pelo ser humano a impactar sobre o solo lunar, na região chamada "Palus Putredinis".
4 de outubro de 1959Luna 3
União Soviéticafoi o primeiro objeto feito pelo ser humano a contornar a Lua. Obteve as primeiras imagens do lado escuro da Lua.
27 de agosto de 1962Mariner 2
Estados Unidosfoi a primeira sonda espacial a passar, com sucesso, próxima a outro planeta do Sistema Solar, o planeta Vênus.
28 de julho de 1964Ranger 7
Estados Unidosprimeira transmissão de imagens em close-up da superfície da Lua. Colidiu com o nosso satélite.
28 de novembro de 1964Mariner 4
Estados Unidosfoi a primeira sonda espacial a passar por Marte e a primeira a enviar para a Terra imagens detalhadas da superfície marciana.
14 de junho de 1965Mariner 5
Estados Unidospassou por Vênus e mostrou que esse planeta não tem campo magnético.
16 de novembro de 1965Venera 3
União Soviéticafoi a primeira espaçonave a pousar em outro planeta, Vênus.
3 de fevereiro de 1966Luna 9
União Soviéticafoi o primeiro objeto construido pelo ser humano a pousar suavemente sobre a superfície da Lua, no "Oceanus Procellarum". A sonda enviou para a Terra várias imagens da superfície lunar.
31 de março de 1966Luna 10
União Soviéticafoi o primeiro satélite artificial a entrar em órbita em torno de um outro corpo do Sistema Solar, a Lua.
10 de agosto de 1966Lunar Orbiter 1
Estados Unidosprimeiro veículo a entrar em órbita em torno da Lua com o objetivo de realizar levantamentos de dados.
12 de junho de 1967Venera 4
União Soviéticaprimeira espaçonave a enviar para a Terra dados estando dentro da atmosfera de Vênus.
24 de fevereiro de 1969Mariner 6
Estados Unidospassou por Marte e foi a primeira espaçonave a enviar imagens de alta resolução da superfície marciana.
17 de agosto de 1970Venera 7
União Soviéticaprimeira espaçonave a enviar para a Terra dados estando na superfície de Vênus. Ela entrou na atmosfera de Vênus e liberou uma cápsula de pouso que foi o primeiro objeto feito pelo ser humano a retornar dados após ter pousado sobre a superfície de um outro planeta.
12 de setembro de 1970Luna 16
União Soviéticaobteve as primeiras amostras de solo lunar, sem a direta participação humana, após pousar suavemente na superfície da Lua, na região chamada "Mar da Fecundidade".
17 de novembro de 1970Luna 17
União Soviéticapousou sobre a superfície da Lua, no "Mar Imbrium". Sua carga incluia o primeiro "rover" lunar, um carrinho não tripulado chamado "Lunokhod 1". Levou também equipamento de televisão.
30 de maio de 1971Mariner 9
Estados Unidosentrou em órbita em torno de Marte e realizou o primeiro mapeamento global desse planeta.
26 de março de 1972Venera 8
União Soviéticarealizou a primeira análise química da superfície de Vênus.
2 de maio de 1972Pioneer 10
Estados Unidos atravessou o Cinturão de Asteróides e se tornou a primeira espaçonave a sobrevoar Júpiter. Em 1983 a Pioneer 10 se tornou a primeira espaçonave a deixar o Sistema Solar. Levará mais de 2 milhões de anos até que a Pioneer 10 ultrapasse a estrela Aldebaran, a estrela mais próxima ao longo da trajetória seguida pela espaçonave.
5 de abril de 1973Pioneer 11
Estados Unidospassou pelo Cinturão de Asteróides no dia 19 de abril de 1974 e ultrapassou Júpiter em 2 de dezembro de 1974. Este foi o segundo sobrevôo de Júpiter por uma espaçonave. No dia 1 de setembro de 1979, a Pioneer 11 cruzou a órbita de Saturno obtendo as primeiras imagens detalhadas de Saturno. Este foi o primeiro sobrevôo de Saturno por uma espaçonave. As espaçonaves Pioneer 10 e Pioneer 11 foram as primeiras espaçonaves a estudar diretamente Júpiter e Saturno.
3 de novembro de 1973Mariner 10
Estados Unidosprimeira espaçonave a sobrevoar Mercúrio. No caminho para esse planeta a espaçonave obteve dados sobre Vênus.
8 de junho de 1975Venera 9
União Soviéticapousou suavemente na vizinhança de uma região vulcânica conhecida como "Beta Regio" enviando imagens da superfície de Vênus durante 53 minutos. Esta foi a primeira cosmonave (e não uma sonda) a pousar na superfície de um outro planeta.
20 de agosto de 1975Viking 1
Estados UnidosO módulo orbital da sonda Viking 1 terminou suas operações no dia 7 de agosto de 1980. O módulo de pouso da sonda Viking 1 realizou o primeiro pouso suave sobre a superfície de Marte de um objeto construído pelo ser humano. O módulo de pouso terminou as suas operações no dia 1 de fevereiro de 1983.
9 de setembro de 1975Viking 2
Estados UnidosO módulo orbital da sonda Viking 2 terminou suas operações no dia 24 de julho de 1978 após ter realizado 1489 órbitas em torno de Marte. O módulo de pouso da sonda Viking 2, o segundo objeto artificial a pousar suavemente sobre a superfície de Marte, cessou suas comunicações com os operadores na Terra no dia 12 de abril de 1980.
20 de agosto de 1977Voyager 2
Estados Unidosrealizou uma jornada de 5 anos aos planetas Júpiter, Saturno, Urano e Netuno. As sondas espaciais Voyager 1 e Voyager 2 foram as primeiras espaçonaves a explorar os planetas exteriores. Em setembro de 2003, a Voyager 2 estava a cerca de 10 657 000 000 km do Sol.
5 de setembro de 1977Voyager 1
Estados Unidosrealizou uma jornada de 5 anos aos planetas Júpiter, Saturno e o satélite Titã. A Voyager 1 está a mais de 25 anos no espaço e, a partir de 1998, tornou-se a espaçonave que mais se distanciou do Sol.
20 de maio de 1978Pioneer Venus Orbiter
Estados Unidosenquanto permanecia em órbita em torno de Vênus realizou o primeiro mapeamento da superfície desse planeta utilizando radar.
30 de outubro de 1981Venera 13
União Soviéticadetectou a existência de descargas elétricas na atmosfera de Vênus.
2 de junho de 1983Venera 15
União Soviéticaenquanto permanecia em órbita em torno de Vênus realizou o mapeamento topográfico da superfície desse planeta usando radar.
15 de dezembro de 1984Vega 1
União Soviéticapassou por Vênus lançando um módulo de teste na direção da superfície do planeta. Passou através da coma do cometa Halley.
8 de janeiro de 1985Sakigake
Japãomediu a interação do vento solar com o cometa Halley.
2 de julho de 1985Giotto
European Space Agency (ESA)realizou a maior aproximação de uma espaçonave ao cometa Halley. Obteve as primeiras imagens em close-up do núcleo de um cometa.
18 de agosto de 1985Suisei
Japãoobteve imagens no ultravioleta da coroa de hidrogênio do cometa Halley. Realizou várias medidas do plasma do cometa.
4 de maio de 1989Magellan
Estados Unidosmapeou 99% da superfície de Vênus durante 4 anos de observação. Suas imagens tinham uma resolução de 100 metros. No dia 11 de outubro de 1994 mergulhou na direção de Vênus colidindo com a sua superfície.
18 de outubro de 1989Galileu
Estados Unidosfoi a primeira espaçonave a encontrar-se com um asteróide, a fotografar um satélite de um asteróide, a usar uma sonda para fazer medições dentro da atmosfera de Júpiter, de sua magnetosfera e de seus satélites. Ela também foi a única espaçonave que realizou observações de mais de 20 fragmentos do cometa Shoemaker-Levy à medida que eles mergulhavam na atmosfera de Júpiter durante 6 dias em julho de 1994. No dia 21 de setembro de 2003 a Galileu mergulhou na atmosfera de Júpiter sendo, então, destruída.
6 de outubro de 1990Ulysses
Estados Unidos/European Space Agency (ESA)primeira sonda espacial a permanecer em órbita em torno dos polos do Sol.
25 de janeiro de 1994Clementine
Estados Unidosobteve evidências de água na região do polo sul da Lua.
17 de fevereiro de 1996NEAR-Shoemaker
Estados Unidosfoi a primeira espaçonave a entrar em órbita em torno de um asteróide, o 433 Eros. Também foi a primeira espaçonave a pousar suavemente na superfície de um asteróide, o 433 Eros. Essa espaçonave também obteve excelentes imagens do asteróide Mathilde.
7 de outubro de 1996Mars Global Surveyor
Estados Unidosenviou mais dados sobre Marte do que todas as missões anteriores juntas. Fotografou canais que sugerem ter havido correntes de água líquida na superfície de Marte.
4 de dezembro de 1996Mars Pathfinder
Estados UnidosFormada por um módulo de pouso e um pequeno carrinho, o Sojourner Rover, essa missão explorou as planícies do hemisfério norte de Marte conhecidas como "Ares Valles".
15 de outubro de 1997Cassini-Huygens
Estados Unidos-European Space Agency (ESA)/Itália o módulo de pouso Huygens descerá sobre a superfície de Titã, satélite de Saturno.
7 de janeiro de 1998Lunar Prospector
Estados Unidoscolidiu propositalmente com a Lua na tentativa de determinar a existência de água no subsolo.
24 de outubro de 1998Deep Space 1
Estados Unidossobrevoou o asteróide próximo à Terra, 1992 KD, em 20 de julho de 1999. Em setembro de 2001, a espaçonave encontrou o cometa Borrelly obtendo excepcionais imagens desse cometa.
7 de fevereiro de 1999Stardust
Estados Unidosfotografou o núcleo do cometa Wid 2. Colheu material da coma desse cometa que trará para a Terra em 2006.
7 de abril de 20012001 Mars Odyssey
Estados Unidosestudou a composição da atmosfera marciana e detectou a presença de água e gelo enterrado no subsolo do planeta.
9 de maio de 2003Hayabusa (MUSES-C)
Japãoesta missão pretende trazer para a Terra amostras do solo do asteróide Itokawa.
2 de junho de 2003Mars Express
European Space Agency (ESA)lançou um módulo de pouso, Beagle 2, na direção da superfície marciana mas não conseguiu estabelecer contato com ele. O módulo orbital continua a realizar pesquisas sobre a possibilidade de existir água em Marte.
10 de junho de 2003
7 de julho de 2003
Mars Exploration Rovers
Estados Unidosdois pequenos carrinhos, o Spirit e o Opportunity, foram colocados sobre a superfície de Marte com a missão de explorar cerca de 40 metros de distância cada dia.
2 de março de 2004Rosetta
European Space Agency (ESA)sua longa missão levará essa sonda espacial ao encontro do cometa 67P/Churyunov-Gerasimenko.

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Sou professor da rede privada de ensino lecionando as disciplinas Física, Química, Matemática e Ciências no COLÉGIO EFETIVO/MARTINS - RN. Graduado em Ciências com habilitação em Matemática - Licenciatura Plena - pela Universidade do Estado do Rio Grande do Norte - UERN -, graduado em Física - Licenciatura Plena - pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte - UFRN. Professor de Física aplicada a radiologia, física aplicada ao petróleo e gás e Desenho técnico de cursos técnicos ministrados pela CENPE cursos, unidade Patu RN

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