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"Maior" lua cheia do ano de 2010 em Martins/RN








Pois é, como disse, hoje temos a maior lua cheia do ano e fui conferir o céu da minha cidade e por pura sorte o mesmo estava maravilhoso, do jeito que curiosos como eu gosta(sem nenhuma núvem).
Não deu outra fiquei me deliciando dando aquela visualizada básica nas crateras lunares que estavam bastante visíveis devido a aproximação e o aumento na luminosidade da lua.
Peguei o celular da minha esposa e um telescópio meio fraquinho para dividir com vocês a minha observação. Infelizmente a lente do telescópio e a câmera fotográfica não cooperaram comigo, mas garanto que as imagens estão melhores do que aquelas que fizeram no passado mas que foram importantes para o avanço da astronomia.
Pois bem, vejam eu brincando de Galileu Galilei, imaginem o sacrifício para obter estas "fotos".


Maior lua cheia do ano de 2010.


Se o tempo em sua região estiver bom você irá se deparar com uma lua cheia mais cheia do que o normal.
Hoje dia 29 de janeiro de 2010 podemos observar que nosso satélite natural apresentará um aumento 14% maior e uma luminosidade 30% maior, um prato cheio para os casais de namorados se deliciarem com a beleza do nosso satélite, a explicação para este fenômeno está relacionada com a posição da lua em relação a terra. A órbita da lua não é um círculo e sim uma elipse e neste momento a mesma passará pelo perigeu, ponto em que o satélite fica mais próximo da terra, e para felicidade de todos nós neste momento de passagem pelo perigeu estamos cara a cara com ela deixando-a maior, aparentemente, e mais brilhante. Ao contrário, no apogeu, a lua fica mais distante do planeta e se for o caso de lua cheia neste ponto com certeza ela parecerá menor, mas, caro leitor não fique pensando que qualquer pessoa irá notar esta diferença de tamanho, é preciso que os olhos voltados para a lua esta noite sejam olhos treinados.

Portanto, chame todos os seus amigos e familiares para olhar a lua hoje e aproveite para dar uma aula de astronomia. Caso o tempo esteja bom, com certeza eu estarei de olho no céu hoje.

"Ponto final da missão do robô Spirit"


Após seis anos de uma exploração sem precedentes, o jipe-robô Spirit não mais caminhará pela superfície marciana. A decisão foi tomada pelos engenheiros do Laboratório de Propulsão a Jato da Nasa, JPL, que após vários meses de tentativas não conseguiram desatolar o robô, preso na areia do planeta. Mesmo imóvel, o valente explorador continuará a coletar dados do planeta e executará tarefas científicas típicas de uma plataforma estacionária.

"Spirit não está morto, apenas entrou em uma nova fase de sua longa vida", declarou Doug McCuistion, diretor da Nasa para o Programa de Exploração de Marte. "Todas as tentativas de livrar o Spirit foram em vão e atual localização será seu local trabalho".

Os problemas com o Spirit começaram há dez meses, quando o robô caminhava próximo à borda de um platô baixo chamado Home Plate, na região sul do planeta. Durante o trajeto, uma de suas rodas quebrou e afundou na areia macia escondida abaixo da crosta, impedindo o robô de se movimentar.

Após o atolamento, a equipe de engenheiros iniciou um difícil trabalho de simulação, com planos para mover as seis rodas usando apenas cinco, já que uma delas havia sido quebrada em 2006. Na simulação foram usados todos os recursos possíveis, incluindo uma réplica do robô e um palco de areia com as mesmas características do local de atolamento. Em novembro de 2009 a situação se agravou ainda mais, quando outra roda do jipe parou de funcionar durante as tentativas de salvamento.


Apesar das últimas tentativas terem apresentado bons resultados, a aproximação do inverno fez com que os engenheiros mudassem de estratégia. O robô é movido a energia solar, que a cada dia se torna mais escassa e até a metade de fevereiro se tornará insuficiente para acionar as rodas. Prevendo isso, a equipe planeja utilizar o restante da energia que seria utilizada na locomoção para tentar inclinar a posição do jipe, atualmente voltado ligeiramente para o sul. Como o sol no inverno se localiza no lado norte, a equipe espera diminuir a inclinação para o sul e aumentar ligeiramente a captação de energia.

"Precisamos levantar a roda traseira, a esquerda ou ambas", disse Ashley Stroupe, uma das responsáveis em dirigir o robô pela superfície do planeta. "Levantar as rodas e movê-las para frente e para trás poderá ajudar na inclinação. Se for preciso, podemos tentar abaixar a roda dianteira direita, escavando um buraco com o próprio movimento da roda".

São necessários poucos graus de inclinação, mas se isso não for feito o Spirit não terá energia nem para se comunicar com a Terra durante o inverno, que começa em maio.


A missão continua
Mesmo estacionado, a missão Spirit não deverá parar. Segundo Steve Squyres, pesquisador da Universidade de Cornell, existe uma classe de experimentos que só podem ser feitas com o veículo parado. "A degradação da mobilidade não significa finalizar a missão, mas nos desafia a fazer ciência estacionária", disse o cientista.

Um dos experimentos será estudar os ligeiros bamboleios da rotação do planeta e aprender um pouco mais sobre o núcleo marciano. Isso requer meses de coleta de dados no movimento de um ponto do planeta, necessários para se calcular o movimento de longo prazo. "No final poderemos determinar se o núcleo de Marte é líquido ou sólido", explicou Squyres.

As ferramentas do braço robótico também serão usadas para estudar a variação da composição do solo e como ela é afetada pela água. Além disso, através da estação meteorológica do robô será possível estudar como o vento movimenta as partículas no solo e manter constante vigilância sobre o mesmo ponto da atmosfera.

Fonte: www.apolo11.com

Ônibus espaciais à venda e com desconto especial.


Falta pouco para a aposentadoria da frota de ônibus espacias da Nasa e nem todas as naves têm destino certo. Em nota, a agência espacial americana, anunciou que reduziu de US$ 42 milhões para US$ 28,8 milhões, o valor a ser pago por qualquer organização que queira comprar e expor os ôninus espaciais após eles serem desativados.
Segundo a Nasa, o ônibus espacial Discovery será entregue ao Museu Nacional de Ar e Espaço dos EUA, onde poderá ser apreciado pelo grande público. Restam ainda os ônibus Endeavour e Atlantis, disponíveis para compra. As instituições interessadas em adquirir uma das naves têm o prazo até o dia 19 de fevereiro para enviar suas propostas à agência americana.

As naves devem sair de ciculação já no segundo semestre deste ano e serão entregues aos compradores em 2011.


Atualmente, os cosmonautas Oleg Kotov e Max Suraev trabalham na plataforma orbital na missão da nave Soyuz TMA-16. A dupla trabalha no módulo Poisk, que servirá para receber naves russas.

Os cosmosnautas serão, inclusive, os primeiros a usar a nova escotilha, quando reposicionarem a nave Soyuz na operação prevista para a próxima quinta-feira (21).

Em Terra, prosseguem os preparativos para o próximo lançamento do ônibus espacial Endeavour. A nave parte em fevereiro para a Estação Espacial Internacional e será o penúltimo voo da Endeavour antes de sua aposentadoria.
Fonte:www. apolo11.com

Fique por dentro dos terremotos. Saiba como são formados e estudados estes fenômenos devastadores.


Terremotos ou sismos são vibrações na crosta terrestre provocadas pela movimentação de placas tectônicas presentes na litosfera, logo abaixo da superfície da Terra. Essas placas deslizam lenta e constantemente sobre uma camada de magma chamada astenosfera. Os movimentos delas são também responsáveis pela deriva dos continentes e pela formação de montanhas e vulcões. O atrito entre as placas gera uma energia em potencial que, quando liberada, provocam vibrações que se propagam pela crosta, causando os abalos sísmicos. Há duas formas de medir a força dos tremores: pela sua magnitude e pela sua intensidade. "A primeira está associada com a energia liberada pelo terremoto, enquanto a segunda é o efeito causado por ele na superfície da Terra, explica Célia Fernandes, geofísica e técnica em sismologia do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da Universidade de São Paulo (IAG-USP). Para medir a energia liberada pelo sismo, utilizamos a escala Richeter, e para avaliar seus efeitos, utilizamos a escala Marcalli-Modificada, complementa.

A escala Richter foi desenvolvida em 1935 na Califórnia, Estados Unidos. Ela é calculada a partir dos sismogramas (registros dos sismos) produzidos pelos sismógrafos, aparelhos que possuem sensores de vibração que monitoram a movimentação da superfície onde estão localizados. Cada unidade de magnitude representa uma energia liberada dez vezes maior que o grau anterior, ou seja, um terremoto de 4 graus na escala Richter libera uma energia dez vezes maior que um terremoto de 3 graus. Não há limites nessa escala. Ela é aberta, isto é, vai desde menos infinito até mais infinito, afirma Célia.

Já a escala Mercalli, que mede a intensidade dos terremotos, foi proposta pelo vulcanólogo italiano Giuseppe Mercalli em 1902, e alterada em 1931, quando passou a ser chamada de Mercalli-Modificada. Ela possui 12 graus indicados por algarismos romanos de I a XII. A intensidade não é calculada, apenas se observam os efeitos que o sismo causou na superfície, ou seja, é uma medida qualitativa dele, explica a especialista, que mostra como a escala funciona abaixo:


ESCALA DE INTENSIDADE MERCALLI-MODIFICADA (ABREVIADA)

I. Não sentido.
II. Sentido por pessoas em repouso eu em andares superiores.
III. Vibração leve. Objetos pendurados balançam um pouco.
IV. Vibração como a causada pela passagem de caminhões pesados. Chacoalhar de janelas e louças. Carros parados balançam.
V. Sentido fora de casa. Acorda as pessoas. Objetos pequenos tombam e quadros nas paredes se movem.
VI. Sentido por todos. Deslocamento de mobília. Louças e vidros se quebram. Queda de objetos. Rachadura no reboco de casas
VII. Percebido por motoristas dirigindo. Dificuldade em manter-se em pé. Sinos tocam em igrejas, capelas etc. Danos, como quebra de chaminés, ornamentos arquitetônicos e mobília; queda de reboco; rachaduras em paredes, algumas casas podem até desabar.
VIII. Motoristas de automóveis sentem o tremor. Galhos e troncos se quebram. Rachaduras em solo molhado. Destruição de torres de água elevadas, monumentos, casas de adobes. Danos severos a moderados em estruturas de tijolo, casas de madeira (quando não estão firmes com fundação), obras de irrigação e diques.
IX. Solo rachado, como “crateras de areia”. Desabamentos. Destruição de alvenaria de tijolo não armado. Danos severos a moderados em estruturas inadequadas de concreto armado e tubulações subterrâneas
X. Desabamentos e solo rachado. Destruição de pontes, túneis e algumas estruturas de concreto armado. Danos severos a moderados de alvenarias, barragens e estradas de ferro
XI. Distúrbios permanentes no solo
XII. Danos quase totais.

Apesar de existirem formas de medir a força dos terremotos, eles ainda não podem ser previstos pelos cientistas. "Esse é um dos grandes objetivos da sismologia, afirma Célia Fernandes. Atualmente a região que possui a maior quantidade de sismos é a que circunda o Oceano Pacífico, desde o sul do Chile até a Nova Zelândia, passando por vários países da América do Sul, Central e do Norte, além do Japão.


Câmeras de segurança captam o momento exato do terremoto no Haiti.


Terremoto no Haiti foi causado pelo deslizamento de placas tectônicas.




O mundo presenciou na noite do dia 13 de janeiro uma das mais impressionantes forças da natureza, materializada na forma de um poderoso terremoto de 7.0 graus de magnitude ocorrido no sul da Ilha de Hispaniola, próximo a Porto Príncipe, no Haiti.

O abalo ocorreu às 19h53 pelo horário de Brasília (17h53 hora local) e foi localizado10 km abaixo do nível do mar, sob as coordenadas 18.45N e 72.44W, aproximadamente a 15 km do sudoeste de Porto Príncipe e 145 km a oeste-noroeste de Barahona, na República Dominicana. Devido às características do tremor, o Centro de Alertas de Tsunamis do Pacífico emitiu alerta de ondas gigantes para a Região do Caribe, mas uma hora depois foi suspenso.

Dezenas de aftershocks (réplicas que ocorrem após um terremoto de grande porte) foram registradas logo após o evento, com 33 terremotos registrados nas 10 horas seguintes, um deles medindo 5.9 graus de magnitude.

Placas tectônicas
O terremoto que ocorreu no Haiti foi provocado pelo deslizamento e compressão entre as placas tectônicas norte-americana e caribenha. Ali, a placa caribenha se move em sentido leste a 20 milímetros por ano com relação à placa superior. Além do deslocamento entre as duas placas, o local em que ocorreu o sismo é também compartilhado por outro sistema de falhas, composto pela falha Setentrional ao norte do Haiti e a falha Enriquillo-Plaintain, no sul do país, que também apresentam movimentos de escorregamento e compressão entre si à razão de 7 milímetros por ano.
Fonte: Apolo11.com
Artes: No topo, gráfico mostra o sistema de placas que atua sobre a região de Hispaniola, responsável pelo terremoto no Haiti. Na sequência, sismograma do evento, como registrado pela estação da Universidade federal do Rio Grande do Norte. Acima, mapa mostra a grande quantidade de tremores que a região de Hispaniola está sujeita. Apesar da grande quantidade de eventos, o sismo de 7.0 graus é o maior já registrado nos últimos 200 anos naquela região. Créditos: Apolo11.com/USGS/UFRN.

Tremor de terra no RN

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O abalo sísmico que atingiu três cidades do Rio Grande do Norte no início da tarde desta segunda-feira (11) refletiu em Pernambuco e Paraíba, informou o Observatório Sismológico da UnB (Universidade de Brasília). De acordo com o centro, apenas as pessoas que estavam em prédios e pontos altos das cidades sentiram o tremor. Em Taipu, João Câmara e Natal, no Rio Grande do Norte, o abalo foi de 4,3 graus na escala Richter e não compromoteu as estruturas das construções das cidades.

Os moradores do Rio Grande do Norte, sentiram o tremor de terra por volta das 13h54. De acordo com relatos de moradores da capital potiguar, as pessoas ficaram assustadas com o tremor de terra. Momentos depois, segundo o observatório da UnB, foi a vez de quem estava em prédios em Recife e na Paraíba sentir o abalo.
Segundo Diogo Farrapo Albuquerque, analista de sinal sísmico da UnB, apesar de o tremor ter sido forte, não houve abalo nas estruturas das construções das cidades atingidas. Nos três estados, o tremor de terra fez com que objetos vibrassem ou caíssem no chão. Como explica Albuquerque, o tremor de terra foi causado pela reativação de uma falha geológica no Taipu.

- É como uma rachadura no solo, onde as partes se atritam. Quando chegam ao seu limite, acontece o abalo sísmico.

Esta é a segunda vez em três dias que acontece um abalo sísmico no RN. No último sábado (9), um tremor de 2,7 graus na escala Richter atingiu João Câmara. Moradores relataram que as telhas das casas chegaram a se mexer. ( Veja mapa acima)
Entenda o que é e para que serve a escala Richter

A escala Richter foi criada em 1935 pelo americano Charles Richter e mede a magnitude dos terremotos, ou seja, calcula a energia liberada pelas movimentações da terra. Os aparelhos chamados sismógrafos captam as movimentações da terra com seus pequenos pêndulos fixos em uma base de concreto e “desenham” linhas que representam a oscilação terrestre.

O total registrado é transformado em números e frações decimais. A escala Richter não tem valor máximo e cada número inteiro a mais significa que a energia liberada pelos movimentos da terra foi 31 vezes maior que o índice anterior – de dois para três, por exemplo, há 31 vezes mais energia liberada.
Fonte: http://noticias.r7.com/noticias.html

Robô Spirit comemora o sexto aniversário atolado em Marte.


Neste último dia 3 de janeiro o robô Spirit fez mais um ano de vida, agora são 6 anos, é uma pena que neste aniversário o robozinho se encontra atolado em solo marciano à nove meses atras as rodas do Spirit atolaram em um solo arenoso e fofo de uma planície chamada Troia, são intenso os esforços dos cientistas para retirar o nosso amiguinho de lá, no entanto, ainda não deu para movimentar as rodas, agora os cientistas estão reocupados com o robô pois o local onde ele se encontra estará no inverno logo logo e como sabemos que o inverno marciano é intenso e frio o Spirit pode não aguentar, pois suas placas solares não irão captar energia suficiente do sol para que haja um aquecimento do sistema operacional do robô.
O protótipo foi lançado para realizar uma missão de 90 dias e até hoje ainda se encontra em operação, é realmente um robô de impressionar, os engenheiros e cientistas que cuidam da manutenção do robô temem pelo que pode acontecer mas não perderam a esperança de desatolar o Spirit, como já dissemos o robô já impressionou a comunidade científica e pode ainda impressionar saindo desta fria.
Algumas panes no robô já foram listadas em 2006 a roda direita frontal deixou de funcionar e a 1 mês atras foi a vez da roda traseira dianteira travar, no entanto sem que a NASA esperasse a roda direita frontal voltou a funcionar e neste momento enquanto você lê o artigo cientistas estão tentando direcionar as placas solares em direção ao sol para que o robô resista ao inverno rigoroso de Marte.
"Com o atual ritmo de acumulo de poeira, colocar os painéis em zero de inclinação é fundamental para converter energia para os aquecedores de sobrevivência durante o inverno", disse a engenheira Jennifer Herman, responsável pelos sistemas de energia do Spirit e ligada ao Laboratório de Propulsão a Jato, da Nasa, JPL.
Foto: Nasa/Jet Propulsion Laboratory

Passeio virtual no cosmo até aqui conhecido.

Confira uma viagem ao cosmo em escala real é só clicar.






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Quem sou eu

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Sou professor da rede privada de ensino lecionando as disciplinas Física, Química, Matemática e Ciências no COLÉGIO EFETIVO/MARTINS - RN. Graduado em Ciências com habilitação em Matemática - Licenciatura Plena - pela Universidade do Estado do Rio Grande do Norte - UERN -, graduado em Física - Licenciatura Plena - pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte - UFRN. Professor de Física aplicada a radiologia, física aplicada ao petróleo e gás e Desenho técnico de cursos técnicos ministrados pela CENPE cursos, unidade Patu RN

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