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Mais uma de nossa estrela - "Estrelando" O SOL.




Imagens feitas pela Nasa (a agência espacial americana) mostram uma imensa erupção solar que ocorreu dia 24 de fevereiro. A erupção, que produziu uma gigantesca tocha de plasma incandescente, durou cerca de uma hora e meia e foi classificada como de intensidade média. Recentemente, o sol entrou numa fase de maior atividade, com uma série de tempestades solares que começou há cerca de uma semana - depois de anos de baixa atividade.
VEJA VÍDEO:

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Animação do sistema solar!


Hoje recebi um link bacana do meu amigo e irmão Humberto da cidade de Serrinha dos Pintos - RN e não poderia deixar de postar aqui.
Trata-se de uma animação do Sistema solar, onde, na mesma, observamos o movimento dos astros a medida em que o tempo "corre". Você pode acelerar o tempo e verificar a posição dos astros ou ainda retardar o tempo e ver a posição em que a terra e os outros planetas se encontraram. Voltei o tempo e verifiquei a posição dos astros no ia em que nasci! Faça você também esta verificação.
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O sol bem mais potente acorda!!!!


Depois de quase quatro anos sem qualquer manifestação mais intensa, finalmente o Sol deu o ar da graça e disparou contra a Terra a primeira forte emissão de raios-x do atual Ciclo Solar 24.
A emissão eletromagnética foi produzida por uma forte explosão ocorrida junto ao grupo de manchas solares 1158, apontadas diretamente na direção do nosso planeta. Além da radiação, a explosão provocou uma espécie de tsunami que "chacoalhou" a atmosfera da estrela e produziu uma grande ejeção de massa coronal que nos próximos dias deverá atingir a alta atmosfera da Terra.

Essa massa de partículas é composta de bilhões de toneladas de gás ionizado que se desloca a mais de 2 milhões de quilômetros por hora. Quando atinge a camada mais alta da atmosfera, excitam os átomos de oxigênio e nitrogênio, provocando as fantásticas auroras boreais.
De acordo com dados registrados pelo satélite geoestacionário GOES-10, o fluxo de raios-x atingiu o nível "X" da escala de intensidades. Como as ondas eletromagnéticas se propagam muito mais rápido que as partículas que ainda estão se aproximando, o nível da emissão no comprimento de onda dos raios-x permite estimar o tamanho da tempestade geomagnética que deverá atingir a Terra.

Normalmente, emissões de nível X são capazes de provocar blackouts de radiopropagação que podem durar diversas horas ou até mesmo dias. Quando a emissão é muito intensa, as tempestades geomagnéticas também podem causar danos em equipamentos eletrônicos sensíveis e até mesmo provocar problemas no fornecimento de energia elétrica caso as correntes elétricas sejam induzidas nas linhas de transmissão.
fonte: Apollo11.com
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A Química bem aqui.




Com este experimento procura-se desenvolver um procedimento
simples para a verificação da presença de vitamina C em sucos de frutas
variados.
Material utilizado:




a- 1 comprimido efervescente de 1 g de vitamina C
b- tintura de iodo a 2% (comercial)
c- sucos de frutas variados (por exemplo: limão, laranja, maracujá e caju)
d- 5 pipetas de 10 mL (ou seringas de plástico descartáveis)
e- 1 fonte para aquecer a água (aquecedor elétrico ou secador de cabelo)
f- 6 copos de vidro
g- 1 colher de chá de farinha de trigo ou amido de milho
h- 1 béquer de 500 mL ou frasco semelhante
i- água filtrada
j- 1 conta-gotas
k- 1 garrafa de refrigerante de 1 L

Experimento:

1. Coloque 200 mL de água filtrada em um béquer de 500 mL. Em seguida, aqueça o líquido até uma temperatura próxima a 50 ºC, cujo acompanhamento poderá ser realizado com um termômetro ou com a imersão de um dos dedos da mão (nessa temperatura é difícil a imersão do dedo por mais de 3 s). Em seguida, coloque uma colher de chá cheia de amido de milho (ou farinha de trigo) na água aquecida, agitando sempre a mistura até atingir a temperatura ambiente.

2. Em uma garrafa de refrigerante de 1 L, contendo aproximadamente 500 mL de água filtrada, dissolva um comprimido efervescente de vitamina C e complete o volume até 1L.

3. Escolha 6 frutas cujos sucos você queira testar, e obtenha o suco dessas frutas.

4. Deixe à mão a tintura de iodo a 2%, comprada em farmácias.

5. Numere seis copos de vidro, identificando-os com números de 1 a 6.
Coloque 20 mL da mistura (amido de milho + água) em cada um desses seis copos de vidro numerados. No copo 1, deixe somente a mistura de amido e água. Ao copo 2, adicione 5 mL da solução de vitamina C; e, a cada um dos copos 3, 4, 5 e 6, adicione 5 mL de um dos sucos a serem testados. Não se esqueça de associar o número do copo ao suco escolhido.

6. A seguir pingue, gota a gota, a solução de iodo no copo 1, agitando constantemente, até que apareça uma coloração azul. Anote o número de gotas adicionado (neste caso, uma gota é geralmente suficiente).

7. Repita o procedimento para o copo 2. Anote o número de gotas necessário para o aparecimento da cor azul. Caso a cor desapareça, continue a adição de gotas da tintura de iodo até que ela persista, e anote o número total de gotas necessário para a coloração azul persistir.

8. Repita o procedimento para os copos que contêm as diferentes amostras de suco, anotando para cada um deles o número de gotas empregado. A partir desse experimento, algumas questões podem ser propostas aos alunos:

• Em qual dos sucos houve maior consumo de gotas de tintura de iodo?

• Através do ensaio com a solução do comprimido efervescente é possível
determinar a quantidade de vitamina C nos diferentes sucos de frutas?

• Procure determinar a quantidade de vitamina C em alguns sucos
industrializados, comparando-os com o teor informado no rótulo de suas embalagens.

Entendendo o experimento:

A vitamina C, também conhecida como ácido L-ascórbico, foi isolada pela primeira vez sob a forma de um pó cristalino branco, em 1922, pelo pesquisador húngaro Szent-Györgi. Por apresentar comportamento químico fortemente redutor atua, numa função protetora, como antioxidante; na acumulação de ferro na medula óssea, baço e fígado; na produção de colágeno (proteína do tecido conjuntivo); na manutenção da resistência às doenças bacterianas e virais; na formação de ossos e dentes, e na manutenção dos capilares sanguíneos, dentre outras. Segundo a literatura, as principais fontes naturais de ácido ascórbico estão no reino vegetal, representadas por vegetais folhosos (bertalha, brócolis, couve, nabo, folhas de mandioca e inhame), legumes (pimentões amarelos e vermelhos) e frutas (cereja-do-pará, caju, goiaba, manga, laranja, acerola, etc.). Entre esses, quais contêm a maior quantidade de vitamina C?
Ao se cozinhar um alimento há perda de vitamina C? Existe diferença entre a quantidade da vitamina quando uma fruta está verde ou madura? Essas e outras perguntas poderão ser facilmente respondidas realizando-se a experiência acima proposta. Este tema poderá também ser objeto de pesquisa a ser realizada pelos alunos e seu levantamento apresentado e discutido em sala de aula ou exposições de ciências. A adição de iodo à solução amilácea (água + farinha de trigo ou amido de milho) provoca uma coloração azul intensa no meio, devido ao fato de o iodo formar um complexo com o amido. Graças a sua bem conhecida propriedade antioxidante, a vitamina C promove a redução do iodo a iodeto (I-), que é incolor quando em solução aquosa e na ausência de metais pesados. Dessa forma, quanto mais ácido
ascórbico um alimento contiver, mais rapidamente a coloração azul inicial da mistura amilácea desaparecerá e maior será a quantidade de gotas da solução de iodo necessária para restabelecer a coloração azul.
A equação química que descreve o fenômeno é:

C6H8O6 + I2 → C6H6O6 + 2HI




Resíduos, tratamento e descarte:

Os resíduos gerados neste experimento podem ser descartados no lixo comum. As garrafas de plástico (PET) devem ser encaminhadas para a reciclagem.

Referências:

- Conn, E. E., Stumpft, P.K. Introdução à Bioquímica. Trad. Lélia Mennucci, M.
Julia M. Alves, Luiz J. Neto et al. São Paulo: Edgard Blücher, 1975, p.184-185.
- Experimento 09. Determinação do teor de vitamina C em comprimidos.
Disponível em: http://www.catalao.ufg.br/siscomp/sis_prof/admin/files/sil-
freitas/data23-04-2009-horas13-50-41.pdf. Acesso em 23/09/10.
- Silva, R R, Ferreira, G.A.L., Silva, S L. À Procura da Vitamina C. Química Nova na
Escola, n.2, p.1, 1995.


O que é um KVA?


O kVA é uma medida de potência elétrica, chamada potência aparente. Suponhamos que a energia se destinava a alimentar apenas receptores resistivos, ou seja, aquecedores, torradeiras, etc. Este tipo de receptor consumisse toda a energia que recebesse. A potência que se consome desta forma chama-se potência ativa. Como estes receptores consomem toda a energia que recebem, a potência aparente que lhes é fornecida (em kVA) é igual à potência ativa que consomem (em Watt).

Suponhamos que juntemos motores elétricos aos receptores anteriores. Os motores elétricos consomem energia (ativa) quando estão a realizar trabalho e também devido a perdas devidas ao seu próprio aquecimento e ainda a perdas por atritos quando estão em rotação e a outras perdas (magnéticas). Além desta energia ativa, os motores necessitam de uma parcela de energia que não é consumida. Esta energia, chamada reativa, destina-se a produzir o campo magnético com que o motor funciona. É necessário fornecer ao motor uma potência (aparente) maior que a potência (ativa) que ele consome. É por isso que os fornecedores de energia cobram dos grandes consumidores não só a energia ativa (medida com contadores de energia ativa) mas também energia reativa (medida com contadores de energia ativa). Se assim não fosse, forneciam uma potência aparente (em kVA), mas o consumidor só pagava a potência ativa (em W).

Uma subestação que fornece 10 000 kVA pode fornecer um valor de 8 000 kW, por exemplo, pois a restante potência destina-se a abastecer os consumidores com potência reativa (medida em VAr). Note-se a potência aparente NÃO é a soma aritmética da potência ativa com a potência reativa.

o Kva, portanto, é a medida obtida pelo produto VxA, ou seja, tensão vezes corrente. Há uma diferença entre o Kw e o Kva nos circuitos de motores pois eles não são cargas resistivas como lâmpadas e chuveiros, eles são cargas reativas, e por isso causam uma defasagem angular entre tensão e corrente, por isso, o trabalho realizado pelo Kva é menor, assim precisamos de uma constante chamada de Fator de Pontencia, que é o cosseno do ângulo entre a parte real e a parte imaginária. O Kva ( Potência aparente) é a medida mais franca quando você quer dimensiaonar uma carga, pois ela é baseada na corrente, e não no consumo efetivo ( Potencia Ativa Kw). Para descobrir o Kva basta dividir a potência ativa ( Kw) pela fator de potência, ou cosseno do ângulo como alguns chamam. Ficando Assim; Kva = Kw / fp Isso é o suficiente, se voce tivesse a tensão e a corrente também poderia fazer por um outro método. VA = V x A O fator de potência vem descrito em cada motor, mas em geral é 0,8 , por isso se você não achar escrito na placa pode jogar este valor aproximado. Se você desejar achar a corrente basta dividir o Kva pela tensão. I = Kva / v

Fonte: Eléktron Juvemil

A Química bem aqui.



Este ano, como já vinha divulgando em outras oportunidades, é o ano internacional da química. O blog Ciências aqui!!! é um parceiro da divulgação desta ciência e deste evento.
A partir de hoje teremos aqui no blog a enorme satisfação de postar alguns experimentos de baixo custo para serem feitos em sala de aula e ou em casa, é um momento de divertimento onde podemos observar a forma como se comportam as substâncias químicas quando entram em reação.
As postagens aqui do blog servirão para professores do ramo das séries do ensino fundamental e médio, e foram extraídas do livro: A Química perto de você, da Sociedade Brasileira de Química - SBQ. Aproveitem e cuidado para não incendiarem o colégio e ou sua casa. Pensando nisso o primeiro experimento é a fabricação de um extintor de incêndio.
O experimento tem por objetivo a construção de um extintor de incêndio caseiro, que visa mostrar aos estudantes a importância da Química em sua vida prática.
Além disso, o experimento permite apresentar aos alunos conceitos sobre reações químicas entre ácidos e bases, empregando reagentes de seu cotidiano, como o vinagre e o bicarbonato de sódio.
Material utilizado:



a- 1 frasco de refrigerante de 600 mL
b- 1 tubo de conta-gotas
c- 1 tubo de ensaio de 35 mL
d- 450 mL de vinagre
e- bicarbonato de sódio (NaHCO3)

Experimento:

1. Com o auxílio de um estilete, fure a tampa do frasco de refrigerante de 600
mL, no mesmo diâmetro do tubo do conta-gotas que será utilizado. A seguir, introduza o tubo do conta-gotas no orifício criado na tampa do frasco de refrigerante, como mostra a Figura 1. O furo feito na tampa deve permitir que o tubo do conta-gotas passe o mais justo possível, visando evitar vazamentos que podem prejudicar o experimento, devido à perda de reagentes. O tubo do
conta-gotas pode ser mais bem fixado com o uso de uma fita de teflon ao seu redor, antes de inseri-lo na tampa.




Figura 1- Tampa do frasco com conta-gotas adaptado.

2. No frasco de refrigerante, coloque 450 mL de vinagre comum e, no tubo de ensaio, adicione o bicarbonato de sódio de modo que o vinagre fique 2 cm abaixo da borda do tubo (como mostra a Figura 2).


Figura 2- Frasco de refrigerante com vinagre e tubo de ensaio com
bicarbonato de sódio.

Tenha cuidado para que o bicarbonato de sódio não entre em contato com o vinagre, pois isso dará início imediato à reação química. Em seguida, feche o frasco de refrigerante com a tampa, mostrada na Figura 1, apertando-a bem.
3. Para o extintor entrar em funcionamento, tampe o furo de saída do conta-gotas com o dedo indicador e sacuda vigorosamente o extintor, no intuito de provocar a reação química entre o vinagre e o bicarbonato de sódio.
4. Em seguida, incline o extintor para baixo, dirigindo-o para a região que você deseja atingir e tire o dedo da tampa, liberando assim a saída do líquido. A mistura de água e etanoato (acetato) de sódio será “expulsa” do extintor devido à pressão provocada pela formação do dióxido de carbono (CO2). Para as quantidades de vinagre e bicarbonato de sódio utilizadas, o jato inicial do líquido emitido pelo extintor terá um alcance aproximado de três metros de distância. Mantendo-se o extintor inclinado para baixo, como mostra a Figura 3, o líquido continuará a ser expelido durante aproximadamente 30 segundos.


Figura 3- Utilização do extintor de incêndio.

Entendendo o experimento.

Reações ácido-base fazem parte do nosso cotidiano. Entre vários exemplos, podemos citar: os aspectos relacionados à higiene, como a eliminação dos resíduos ácidos, deixados pelos alimentos em nossa boca, pelas pastas de dentes que possuem caráter básico; na ação dos antiácidos, tais como os hidróxidos que são usados contra a acidez estomacal e na correção da acidez do solo, para fins agrícolas. A equação química responsável pelo jato observado produz etanoato
de sódio (acetato de sódio) e ácido carbônico, o qual se decompõe em água e
dióxido de carbono (gás carbônico, CO2 ):


H3CCOOH(aq) + NaHCO3(s) → H3CCOOH- Na+(s) + CO2(g) + H2O(l)



O gás produzido na reação aumenta a pressão interna do extintor e, sendo esta maior do que a pressão externa, a água e o sal formados na reação são expelidos para fora do extintor. O extintor só pode ser empregado quando o fogo estiver em um nível inferior ao do frasco com a mistura reacional, pois é necessário que o gás carbônico “empurre” a água e o sal formados na reação para fora do extintor. Visando mostrar a importância do experimento, podemos comentar
sobre as classes de incêndio: A (materiais que queimam em profundidade e superfície, como madeira, papel, etc.); B (líquidos que queimam na superfície, como gasolina, álcool, etc.); C (aparelhos elétricos e eletrônicos energizados, como computadores, etc.) e D (materiais que requerem extintores específicos, como sódio, magnésio, etc.). Este extintor é exclusivo para a classe A, mas pode ser empregado na classe C desde que os aparelhos incendiados não estejam ligados à rede elétrica.
Pode-se também orientar os estudantes quanto à importância da prevenção de incêndios, como a criação de brigadas de incêndios, colocação de sensores de fogo em ambientes e recomendações quanto aos cuidados sobre a evacuação de locais fechados em casos de incêndios. Resíduos, tratamento e descarte
Os resíduos gerados neste experimento podem ser descartados no lixo comum. As garrafas de plástico (PET) devem ser encaminhadas para a reciclagem.

Referências: SBQ/Reeko’s Mad Scientist Lab

Vídeo divulgado pela NASA mostra imagens em 3D do Sol.


A agência espacial americana -NASA divulgou hoje a imagem tridimencional de nossa estrela, méritos que fez com que a missão das sondas STEREO-A e STEREO - B fosse um sucesso e continue um sucesso.
A importância deste feito está em mapear a nossa estrela e ainda melhorar a previsão do tempo espacial em relação a nossa estrela, tão importante para o clima e para a vida na Terra.

Veja detalhes na postagem anterior a esta.
Créditos: BBC Brasil/NASA

Temos a condição de criar uma imagem 3d do Sol.




Há pouco mais de 50 anos, a nave soviética Luna-3 fez as primeiras imagens do lado oculto da Lua, revelando feições até então não imaginadas. Agora é a vez do Sol. No dia 6 de fevereiro, as sondas da missão STEREO se posicionaram uma de cada lado do Sol, registrando em tempo real imagens tridimensionais de todas as faces da estrela.
"Este é um grande momento para a física solar", disse Angelos Vourlidas, membro da equipe STEREO junto ao laboratório de pesquisa naval, dos EUA. "As sondas estão revelando o Sol como realmente é, uma esfera de plasma envolvida por um intrincado campo magnético".

Lançadas juntas em 2006, as sondas STEREO-A e STEREO-B entraram na órbita solar com velocidades diferentes, o que permitiu que uma ficasse à frente da outra. Essa diferença de velocidade fez com que as sondas se separassem cerca de 45 graus a cada ano e no dia 6 de fevereiro de 2011 finalmente se posicionaram com180 graus de diferença, uma de cada lado do Sol.

A partir dessa posição as imagens captadas pelas sondas conseguem ver o Sol por inteiro, permitindo aos cientistas monitorarem a estrela de dois ângulos diferentes através de imagens tridimensionais. À medida que o tempo passa esse alinhamento será desfeito, mas em conjunto com os dados coletados pelo Observatório de Dinâmica Solar, SDO, a análise tridimensional acontecerá pelos próximos oito anos.
Estudar o Sol a partir de dois ângulos diferentes facilita aos pesquisadores uma compreensão maior da física solar. Fenômenos de macro escala como as ejeções de massa coronal (CME), tsunamis solares e erupção de filamentos magnéticos poderão ser vistos e mensurados no mesmo instante e que acontecem, em qualquer lado do Sol.

Até hoje, quando uma mancha solar ativa emergia do lado oposto do Sol, só tínhamos conhecimento dela após a rotação da estrela trazê-la para o lado "visível", monitorado pelos satélites SOHO, SDO e outros. Isso trazia grandes preocupações entre os cientistas espaciais, uma vez que possíveis erupções solares só podiam ser previstas com poucas horas de antecedência. Agora, com as imagens produzidas pela missão STEREO as anomalias solares poderão ser bastante antecipadas, uma vez que as sondas são capazes de "ver" os acontecimentos antes que a rotação do Sol os apresente diretamente.


O novo ponto de vista também poderá revelar conexões até então encobertas. Há muito tempo os pesquisadores suspeitam que algumas atividades solares possam ter efeito "global", ou seja, abrangerem todo o Sol e que algumas erupções ocorridas no lado oposto dispararam e alimentaram eventos observados do outro lado. A Grande Erupção Solar ocorrida em 2010 se espalhou por 2/3 da estrela, produzindo dezenas de interações, ejeções de massa coronal, ondas de choque e reverberação de filamentos. Nada disso foi observado da Terra, mas foi perfeitamente registrado pela dupla STEREO-SDO.
Fonte: APOLO11/NASA

DOWNLOAD - Documentário: O Universo. Temporada 1 - EP.11

Todos os links e arquivos que se encontram no site, estão hospedados na própria Internet, somente indicamos onde se encontra, não hospedamos nenhum CD ou programas que seja de distribuição ilegal. - Qualquer arquivo protegido por algum tipo de lei deve permanecer, no máximo, 24 horas em seu computador. - Eles podem ser baixados apenas para teste, devendo o usuário apagá-lo ou compra-lo após 24 horas. - A aquisição desses arquivos pela internet é de única e exclusiva responsabilidade do usuário. - Os donos, webmasters e qualquer outra pessoa que tenha relacionamento com a producao do site não tem responsabilidade alguma sobre os arquivos que o usuario venha a baixar e para que irá utiliza-los. Os usuários que utilizam o site, tem total conhecimento e aceitam os termos referidos acima.
Dos mistérios do nosso sistema solar às galáxias inexploradas, história e ciência colidem numa ambiciosa investigação sobre o universo. Nestes 50 anos que passaram desde as primeiras tentativas de explorar o espaço, aprofundamos significativamente nosso conhecimento sobre o cosmo por meio de telescópios, robôs e missões tripuladas. Mas, só recentemente, a tecnologia permitiu aos cientistas ilustrar com detalhes suas impressionantes conclusões. O Universo, inovadora série do The History Channel, utiliza imagens criadas por computadores de última geração para nos aproximar de planetas e estrelas, permitir a observação de buracos negros e cometas e testemunhar o nascimento e a morte de galáxias e sistemas solares. Esta coleção nos convida a uma fantástica viagem pelo cosmo. Dos mais longínquos limites das galáxias até a face familiar da Lua, O Universo traz os mistérios do céu para a terra.

EPISÓDIO 11 - FIM DA TERRA.
INFORMAÇÕES: DOCUMENTÁRIO DUBLADO TAMANHO: 350,16Mb
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Tempestade solar pode ter causado apagão no Nordeste brasileiro.




A minha primeira semana de aula na cidade de Umarizal RN foi um pouco perturbadora, como passo a noite toda lá dormindo nas dependências do colégio, e como a cidade literalmente é um forno, necessitamos dos ventiladores para amenizar o calor no quarto(só para vocês terem uma idéia são 2 ventiladores em um quarto). Na passagem da última quinta para a sexta feira a noite em Umarizal foi longa, de repente os ventiladores pararam, a eletricidade sumiu, o sinal do celular zero, e o quarto esquentou. Olhando para a cidade da janela do quarto percebi que o escuro dominava a cidade, o apagão tomava conta de tudo, mal sabia eu, que na minha cidade natal - Martins RN, e em vários estados do nordeste a situação era a mesma. Fiquei imaginando, o que aconteceu com a eletricidade? A sorte é que depois o tempo fechou e caiu aquela chuvinha gelada que deu uma aliviada no calor.
No outro dia e já com a eletricidade normal, ficamos sabendo que o problema era bem maior do que imaginávamos e tudo poderia estar relacionado com o sol( mas não por que ele não estava lá para iluminar o ambiente... certo!). Isso mesmo, à aproximadamente 150000000km o astro rei pode ter nos bombardeado com uma tempestade solar que afetou os sistemas elétricos e castigou o nordeste brasileiro.
Tempestades solares são comuns, elas tem o poder de causar deflexões no campo magnético terrestre originando as famosas auroras, mais comuns nos polos terrestres, e ainda causar alguns danos a sistemas que dependem da rede elétrica. Pesquisadores do Centro de Previsão de Tempo Espacial nos EUA anunciaram em boletim informativo que uma tempestade solar ás 2h36min atingia o nosso planeta, 23h36min no nordeste brasileiro e 00h36min horário de Brasília, horário do apagão.

Magnetômetros instalados em Boulder, no Colorado, registraram um repentino pulso eletromagnético de 8 nanoTeslas(Tesla é a unidade de medição de campos magnéticos).
Relatos de moradores e da região nordeste afirmam que as próprias luzes dos automóveis e luzes artificiais sofreram comportamento anormal, além disso, estações de rádio sofreram interferência nas suas transmissões. Engenheiros e técnicos em eletricidade ainda até afirmaram que as causas do apagão da última quinta feira para a sexta feira estava relacionado à um acionamento do sistema de proteção em uma subestação no município de Jatobá, em Pernambuco.
Os pulsos eletromagnéticos que ocorrem no sol são o resultado de uma grande explosão que ocorre na nossa estrela, onde parte do resultado desta explosão viaja o espaço e o vácuo até nos atingir a 150000000km. O pulso que talvez tenha originado o apagão foi detectado nos EUA no dia 31 de janeiro de 2011,com a observação de ejeção de uma grande massa coronal da estrela, grande parte destas partículas viajaram ao infinito cósmico, uma pequena porção destas partículas atingiu a Terra formando auroras nas regiões de latitudes médias e altas e, assim, sendo suspeita de ser a responsável pelo apagão no nordeste.
Sabe-se que ainda é cedo para afirmar que o apagão ocorreu por causa desta explosão coronal, no entanto, as evidências convergem para isso. A análise do fenômeno, a perícia e a dedicação de profissionais qualificados irão nos dar uma explicação para este caso, estaremos de olho nas informações para mantermos você também informado. A grande verdade é que eu, na última quinta feira estava em Umarizal no escuro, com um calor horrível, com várias velas para iluminar o ambiente, mas, sem os fósforos para acendê-las.

DOWNLOAD - Documentário: O Universo. Temporada 1 - EP.10

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Dos mistérios do nosso sistema solar às galáxias inexploradas, história e ciência colidem numa ambiciosa investigação sobre o universo. Nestes 50 anos que passaram desde as primeiras tentativas de explorar o espaço, aprofundamos significativamente nosso conhecimento sobre o cosmo por meio de telescópios, robôs e missões tripuladas. Mas, só recentemente, a tecnologia permitiu aos cientistas ilustrar com detalhes suas impressionantes conclusões. O Universo, inovadora série do The History Channel, utiliza imagens criadas por computadores de última geração para nos aproximar de planetas e estrelas, permitir a observação de buracos negros e cometas e testemunhar o nascimento e a morte de galáxias e sistemas solares. Esta coleção nos convida a uma fantástica viagem pelo cosmo. Dos mais longínquos limites das galáxias até a face familiar da Lua, O Universo traz os mistérios do céu para a terra.

EPISÓDIO 10 - Planetas exteriores.
INFORMAÇÕES: DOCUMENTÁRIO DUBLADO TAMANHO: 350Mb

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Sou professor da rede privada de ensino lecionando as disciplinas Física, Química, Matemática e Ciências no COLÉGIO EFETIVO/MARTINS - RN. Graduado em Ciências com habilitação em Matemática - Licenciatura Plena - pela Universidade do Estado do Rio Grande do Norte - UERN -, graduado em Física - Licenciatura Plena - pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte - UFRN. Professor de Física aplicada a radiologia, física aplicada ao petróleo e gás e Desenho técnico de cursos técnicos ministrados pela CENPE cursos, unidade Patu RN

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