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ATENÇÃO! CHUVA DE METEOROS.

As madrugadas do domingo e segunda-feira, dias 17 e 18 de novembro, nos reservam a chuva periódica de meteoros conhecida como Leônidas (Leonids) que terá sua radiante na constelação de Leão. Seu auge está previsto para 3h30 da madrugada do dia 17. Esta chuva é conhecida pelo seu belo espetáculo, contudo, este ano, ela terá uma rival que poderá ofuscar o seu brilho: a Lua. Nosso satélite, que está na sua fase cheia, contará com 99,6% do seu brilho neste dia. Contudo, pelo histórico dos anos anteriores, a Leônidas poderá surpreender, já que a taxa de "estrelas cadentes" apresenta, às vezes, uma imprevisível variação. 

  Para o pico da chuva estão previstos, aproximadamente, 15 meteoros por hora, mas algumas estimativas apontam que esta taxa poderá ser de mais de 100 a cada hora. Estes meteoros são muito rápidos, com velocidades em torno de 71 km/s, e estão associados ao cometa 55P/Tempel-Tuttle. Em seu histórico, há a incrível taxa de 1000 a 2000 meteoros por hora, como foi relatado em alguns lugares da Terra, em 1998. Como escrito anteriormente, a imprevisibilidade e variação são grandes, pois, entre 2003 e 2005, a taxa horária ficou entre 20 a 40 meteoros. Contudo, só prestando bastante atenção no céu, em um lugar longe das luzes da cidade, para saber o que esta chuva nos reserva.    Para encontrar a constelação do Leão, tente localizar a brilhante estrela Regulus, de cor azulada. Na alta madrugada, essa constelação pode ser observada surgindo no horizonte leste. Ela também estará próxima ao planeta Marte.

Fonte: http://www.seuhistory.com
c2.dpuf
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CHUVA DE GRANIZO EM TABOLEIRO GRANDE/RN

Foto: Irama Sonary

Segundo informações que chegaram ao blog Ciências Aqui!!! hoje 03/11/2013 choveu granizo na cidade de Taboleiro Grande RN e, além disso, tal chuva danificou uma residência. Taboleiro Grande,  fica a 372km de Natal.O leitor do blog talvez se pergunte como são formadas estas pedras de gelo que caem do céu e as vezes causam danos a residências e ou monumentos. Neste post explicaremos a formação dessas "gotas de gelo". Nuvens de granizo precisam de calor e umidade para se formarCom tempo normal, o ar quente - mais leve que o frio - sobe e carrega o vapor de água da atmosfera. A 1 quilômetro do chão, o vapor se resfria e forma as finíssimas gotas que compõem uma nuvem. Nessas condições de clima, a nuvem não cresce muito e provoca, no máximo, uma garoaO oposto ocorre quando o clima está bem quente e úmido, fazendo grandes massas de ar, cheias de vapor, subirem. Ao esfriarem, elas dão origem a enormes nuvens de tempestade em forma de bigorna: as chamadas cúmulos-nimbos, que atingem altitudes de até 15 quilômetros e podem trazer tormentas fortes, incluindo granizo.
Rajadas destruidoras
Quando o vento é intenso, apenas as nuvens de tempestades fortes sobrevivemSozinha, uma nuvem de tempestade não é garantia de granizo. Quando os ventos são fracos e sua velocidade não aumenta com a altitude, os cúmulos-nimbos não se desenvolvem por completo. Pode ocorrer chuva forte, mas raramente há destruiçãoRajadas de vento de velocidade crescente nas altas altitudes desmancham as nuvens menores. Só sobrevivem os cúmulos-nimbos espessos. Formados por poderosas correntes de ar quente e úmido, eles trazem relâmpagos, granizo e até tornados.
Foto: Irama Sonary

Preparar para atirar
Dentro da nuvem, a pedra de granizo vai ganhando peso até cairAs nuvens de tempestades fortes contêm em seu interior correntes de ar que sobem e descem. O ar quente empurra para cima as gotas de água que formam a nuvem. Quando elas atingem a altura de 5 quilômetros (onde a temperatura é inferior a 0ºC), congelam e viram pedras, que tendem a cair. Nesse sobe-e-desce, o granizo se choca com outras gotas e cristais de gelo e vai aumentando de tamanho. Quando seu peso é suficiente para vencer o ar quente que a sopra para cima, a pedra desaba.
Radiografia da pedra geladaGranizo não é gelo puro. Enquanto ganha tamanho, a pedra atravessa várias vezes a barreira de 0ºC. Por mudar de estado, é formada por camadas intercaladas de água líquida e cristais de gelo

Fonte: 
MUNDO ESTRANHO
http://www.sosnoticiasdorn.com

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ECLIPSE SOLAR FOI ACOMPANHADO POR CIDADES DO NORDESTE BRASILEIRO

Imagem do eclipse parcial do Sol na cidade de Natal RN - 03/11/2013
O Nordeste brasileiro foi agraciado com o último eclipse solar do ano. O eclipse foi classificado como Híbrido devido ser visto de diferentes fases dependendo da localização do observador.
A cidade de Martins/RN foi palco deste espetáculo natural que durou cerca de 2 horas.
O blog Ciências Aqui!!! apresenta a aparência do Sol durante o eclipse deste dia 3 de novembro de 2013. Se você perdeu de ver esta maravilha pode, em primeiríssima mão verificar as fases do eclipse parcial do Sol no meio do sertão nordestino no paraíso serrano localizado na região oeste do estado do Rio Grande do Norte.


O início do ECLIPSE se deu às 7:50 Hs.














Aparência do Sol às 8:20 Hs














Aparência do Sol às 8:40 Hs













Aparência do Sol às 9:00 Hs















Aparência do Sol às 9:20 Hs















Aparência do Sol às 9:45Hs
















Aparência do Sol às 10:03Hs











É importante destacar que o horário é local, para a cidade de Martins/RN.
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ECLIPSE SOLAR NO DOMINGO

Neste domingo, o céu será palco de um dos mais impressionantes eventos celestes: o eclipse do Sol. Logo pela manhã o disco solar será encoberto pela Lua e boa parte do evento poderá ser vista do território brasileiro.


O eclipse tem início as 08h04 BRT (horário de Brasília) e atingirá o momento máximo às 10h47 BRT, quando o Sol estiver a 70 graus de elevação, no meio do caminho entre a África e o Brasil.
O eclipse deste domingo é um pouco diferente dos demais. Apesar de todo o disco solar ficar encoberto pela Lua, em algumas localidades isso não acontecerá e será visto como um eclipse do tipo anular, quando o diâmetro Lua parece menor e insuficiente para cobrir todo o disco da estrela.
Isso acontece devido à curvatura da Terra, que faz com que em certas localidades a Lua fique mais próxima do que em outras. Apesar da diferença da distância lunar não ser muito grande, ela é suficiente para causar o fenômeno. Essa dualidade de aparência é bem rara e os eclipses com essa característica são chamados de "híbridos".


No Brasil, o eclipse deste domingo poderá ser visto em grande parte do país, com exceção das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste. Abaixo vemos os horários locais do início e fim do evento em algumas capitais das regiões Norte e Nordeste.
Manaus: Início as 06h46 - Final: 07h52 (Hora local UTC-4)
Fortaleza: Início as 07h41 - Final: 09h57 (Hora local UTC-3)
Maceió: Início as 07h59 - Final: 10h07 (Hora local UTC-3)
Salvador: Início as 08h15 - Final: 10h29 (Hora local UTC-3)
Eclipse Parcial
Devido a posição do continente, o eclipse só será visto parcialmente, com o disco lunar cobrindo mais o Sol à medida que a latitude aumenta. No extremo do Rio Grande do Norte e extremo do Amapá o fenômeno será mais intenso e a Lua cobrirá cerca de 40% do disco solar.
Essa porcentagem cai para 30% na maior parte de Pernambuco, Piauí, Maranhão e Pará. No extremo norte de Minas e Goiás, apenas 15% do disco solar será encoberto.
Como ocorre um Eclipse Solar
Um eclipse do Sol ocorre sempre que a Lua se posiciona entre a Terra e o Sol. Se durante um eclipse a lua encobre completamente o disco do Sol é chamado de eclipse total. Caso contrário, eclipse parcial.
Se durante um eclipse total a Lua estiver próxima de seu apogeu (maior afastamento da Terra), seu diâmetro aparente parecerá menor que o do Sol e por não cobrir todo o disco, parte do Sol ainda permanecerá visível em forma de anel, daí o nome "anular" para este tipo de eclipse. Anular significa "em forma de anel"
O eclipse do dia 3 será um eclipse do tipo híbrido, total em alguns lugares e anular em outros.
Fonte:
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Quem sou eu

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Sou professor da rede privada de ensino lecionando as disciplinas Física, Química, Matemática e Ciências no COLÉGIO EFETIVO/MARTINS - RN. Graduado em Ciências com habilitação em Matemática - Licenciatura Plena - pela Universidade do Estado do Rio Grande do Norte - UERN -, graduado em Física - Licenciatura Plena - pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte - UFRN. Professor de Física aplicada a radiologia, física aplicada ao petróleo e gás e Desenho técnico de cursos técnicos ministrados pela CENPE cursos, unidade Patu RN

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